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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Jorge A M Maia > LÍNGUA É IGUAL À ROUPA
Jorge A M Maia

LÍNGUA É IGUAL À ROUPA

Jorge A M Maia
Ultima atualização: 31 de agosto de 2025 às 09:47
Por Jorge A M Maia 7 horas atrás
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Eu tenho dito que cada palavra é alguma coisa profunda e fluida, que vem desde a infância, que faz parte da nossa própria vida, que tem cheiro; tem sabor e é vivida a cada dia. É uma longa experiência sensorial, emocional e intelectual. Interessante como a língua é um ser vivo, mutante. As ruas, a literatura e a cultura em geral dão dinâmica ao idioma: criam novas palavras e expressões, tornam outras arcaicas e o transformam constantemente.
Eu tenho tido algumas experiências bem divertidas com a língua portuguesa falada e isso passou a me interessar mais. Fiquei mais atento às conversas de rua, conversas de pessoas com uma linguagem mais regional e livre, às expressões informais, aos vícios de linguagem e até mesmo aos estrangeirismos.
Como de costume, eu fui passar uma tarde em uma praça em feira de Santana na Bahia. Lá, havia pessoas de diferentes lugares daquele belíssimo e rico Estado. E logo em seguida, um grupo de jovem ficou conversando perto de mim, como não poderia deixar de ser, resolvi ouvir a conversa deles, pois sabia que iria ouvir coisas interessantes.
Não demorou muito para alguém dizer:

  • Olha aí, Rei! A senhora que nos recebeu no condomínio é uma “boa bucha”…
    Então eu falei para mim mesmo:
  • Bucha de canhão, Bucha para cano, Bucha de espingarda, bucha para tampar algo. Ela era boa para que?
    Depois fui entender que o sentido era outro e que aquele termo usado, era um termo muito negativo e era dito para alguém que fez algo que desagradou que dissera a frase. Tipo alguém que se esqueceu de alguém ou deixou de fazer algo para esse pessoa.
    Um dos rapazes falou:
  • Meu chegado, ontem foi àquela festa, a qual minha amiga tinha me convidado e aproveitei o que pude.
    Queixei uma menina a noite toda…
  • Opa!!! Como queixou a menina? Ninguém fez nada com esse moleque. Que coisa de valor ela tinha?
    Logo em seguida ele continuou:
  • Depois, nós saímos da festa e rolou muitos beijos e abraços e já estamos ficando.
    Aí que fui entender que o termo “Queixar alguém” significava “Paquerar” a pessoa. Diferentemente daqui.
    Opa! Acho que alguém queixou a minha carteira, vai ver que esse bandido é um queixo miserável.
    Nessa hora, passou um rato e um dos rapazes disse:
    -Ah, se eu tivesse com o meu badogue, eu não erraria esse alvo, seria uma badogada e tanto.
    É lógico que logo saquei ser uma baladeira e já veio rapidamente à minha mente aquela baladeira atada as sextas olhando a cesta do Lu Moraes depois de ter tirado aquela sesta. Percebi também que eu não poderia chamar alguma mulher que gosta de rede de badogueira, pois eu estaria chamando-a de quenga. Pode?
    Um dos amigos disse para o outro:
  • Hoje vou tirar a noite e vou comer água, não quero ver a noite passar.
  • Oh, rei! Não vá comer muita água, pois amanhã tem o Baba.
    Fiquei pensando comigo mesmo:
  • Comer água? Baba? Eu estou boiando nessa conversa.
    Então passou um homem de meia idade muito embriagado, sem saber se ia para direita ou para a esquerda, para frente ou para trás. Então um deles me olhou e disse:
  • Esse deve ter comido água a noite toda, que até perdeu a bússola.
    Eu comecei a rir, pois ali eu entendi o significado de comer água, pois o cidadão vinha cercando o frango. Ou como dizemos por aqui: mamado.
    Passei algum tempo para entender que; Dá-se Banca não era receber de graça qualquer mesa ou acento, mas sim reforço escolar.
    Antes de eu ir embora, um dos amigos chegou com uma bola de couro e disse para ele:
  • Olhem! Acabei de comprar para o Baba de amanhã, essa aqui é arretada.
    Agora saquei o que era bater um Baba, mas eu não ousaria bater esse Baba, pois com o preparo físico que estou com certeza eu iria ficar na baba.
    Saí Dalí e fui tomar água (não comer água) e depois tomar um menorzinho.

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