“Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo.” – George Santayana.
Em um dos momentos mais críticos da história política do Brasil e do mundo, a esquerda parece determinada a cavar sua própria cova, insistindo em um projeto de poder que colapsa diante dos fatos. A mais recente tentativa desesperada de sustentar uma narrativa falida veio em forma de um jantar entre o Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria-Geral da República e o presidente Lula para debater uma denúncia contra Jair Bolsonaro. O espetáculo de cinismo é tão grande que se assemelha ao banquete de Nero enquanto Roma queimava.
Os fatos não mentem: a OEA (Organização dos Estados Americanos) está prestes a divulgar um relatório bombástico confirmando a ditadura judicial instaurada contra a direita no Brasil. O mundo observa com espanto a escalada autoritária de um Judiciário que persegue opositores, enquanto criminosos de estimação da esquerda seguem impunes. A denúncia, portanto, não poderia vir em pior hora, pois expõe ainda mais a parcialidade do sistema.
Nos Estados Unidos, Donald Trump reassumiu o poder desmontando a agenda esquerdista imposta por Joe Biden e Kamala Harris. A reversão das políticas desastrosas começou com a contenção da imigração ilegal, o estímulo à produção interna e a guerra aberta contra o globalismo que tenta impor sua agenda em nações soberanas. O Brasil, por sua vez, segue afundado em inflação descontrolada, causada por um governo incompetente, que insiste em aumentar impostos para sustentar seus privilégios e seus projetos de dominação ideológica.
A Câmara dos Deputados, pela voz de Hugo Mota, já declarou que o 8 de janeiro não foi tentativa de golpe, mas um evento inflado para justificar a repressão brutal contra opositores. As penas desproporcionais aplicadas aos manifestantes mostram o desespero de um regime que teme o clamor popular. Esse temor tem fundamento: pesquisas apontam que Lula ostenta a menor popularidade da história recente, com apenas 24% de aprovação, um número vergonhoso para quem vendeu ao mundo a ilusão de um Brasil “reconstruído”.
Enquanto isso, o país enfrenta uma crise econômica sem precedentes. O mercado financeiro reage com pessimismo à condução errática do governo, refletindo-se no dólar descontrolado, na Bolsa de Valores em queda e na escalada dos preços dos alimentos. Medidas como a tentativa fracassada de submeter o PIX à Receita Federal revelam o desejo incontrolável de controle sobre a vida dos cidadãos. Mas, para o desespero da esquerda, a resistência cresce: empresários, políticos e influenciadores antes alinhados ao petismo começam a abandonar o barco, cientes de que o projeto de Lula está afundando rapidamente.
Em âmbito internacional, a censura imposta pelo Judiciário brasileiro ultrapassou fronteiras e atingiu empresas estrangeiras. Gigantes das redes sociais agora processam Alexandre de Moraes nos tribunais da Flórida, acusando-o de violar a liberdade de expressão de empresas e cidadãos americanos. O escândalo se soma à revelação de Elon Musk sobre a interferência da USAID no Brasil, apontando que bilhões de dólares foram usados para expandir a ideologia progressista globalmente e influenciar eleições em diversos países, incluindo o nosso.
No meio desse turbilhão, a esquerda escolheu a pior hora possível para tramar contra Bolsonaro. O jantar com STF, PGR e Lula é um retrato grotesco de um regime que perdeu o contato com a realidade e acredita que, em meio ao caos, poderá perpetuar seu poder impunemente. Mal sabem que o povo está atento e que uma manifestação histórica está marcada para o dia 16 de março.
Assim como Ícaro, que voou alto demais e teve suas asas derretidas pelo sol da verdade, a esquerda brasileira está próxima de sua queda final. O banquete pode ser farto, mas o apocalipse vermelho se avizinha. A única pergunta que resta é: quem ainda acredita nessa farsa?
Gesiel de Souza Oliveira, tem 47 anos, é casado, pai de três filhos, amapaense, palestrante, Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Amapá, Pós-graduado em Docência e Ensino Superior, Pós-Graduado em Direito Constitucional, Colunista e Professor de Geopolítica Mundial, Geógrafo, Bacharel em Direito, Escritor, Teólogo, Pastor Evangélico, Professor de Direito Penal e Processo Penal