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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > O Irã
Gil Reis

O Irã

Gil Reis
Ultima atualização: 14 de março de 2026 às 19:40
Por Gil Reis 4 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Uma República Islâmica radical.

Para falarmos do Irã é preciso conhece-lo melhor. O Irã é uma República Islâmica no Golfo Pérsico (Árabe), com locais históricos do tempo do Império Persa. As extensas ruínas de mármore marcam Persépolis, a capital do império, fundada por Dário I no século VI A.C. A capital moderna, Teerão, alberga o opulento Palácio do Golestão, sede da Dinastia Cajar (1794 – 1925), bem como pontos de referência como a Torre Milad, com 435 metros de altura. ― Google
Capital Teerã. Presidente Masoud Pezeshkian. Idioma oficial Persa. É um país continental que fica na Ásia, o Governo é uma Teocracia, República islâmica, Estado unitário, Presidencialismo. População 91,57 milhões.
O Irã está sendo bombardeado hoje por uma coalizão entre EUA, Israel e OTAN. O pais com sua arrogância islâmica sempre foi uma ameaça ao ocidente, como já disse antes, a Justiça muitas vezes demora mais chega. O que está ocorrendo hoje é uma questão de autodefesa diante das ameaças.
A Jovem Pan publicou, em 02/03/2026, a matéria “Após Khamenei, o medo racha e abre espaço para as mulheres”, assinada por Ricardo Motta, que transcrevo trechos.
“A morte de figuras centrais como Ali Khamenei e Mahmoud Ahmadinejad não é apenas um evento político. Teerã (Irã (República Islâmica do), foto de 10/02/2024 – mostra as mulheres iranianas vestidas com chadors pretos se reúnem perto de faixas representando (da esquerda para a direita) o falecido líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, o falecido presidente iraniano Ebrahim Raisi, o falecido tenente-general do IRGC e comandante do Quds Force Qasem Soleimani e o falecido general de brigada do IRGC Abbas Nilforoushan durante um comício anti-israelense
Em meio a mais um capítulo de tensão entre Irã, Estados Unidos e Israel, a análise global tende a se concentrar em estratégias, alianças e riscos de escalada. Mas há um movimento mais profundo, menos visível e potencialmente mais transformador acontecendo ao mesmo tempo. Dentro do Irã.
A morte de figuras centrais como Ali Khamenei e Mahmoud Ahmadinejad não é apenas um evento político. Para muitos iranianos, especialmente mulheres, ela carrega um significado que não cabe em leituras geopolíticas tradicionais. Não é sobre poder. É sobre o fim de uma presença que moldou, por décadas, o limite do que podia ou não ser vivido.
Durante anos, a vida cotidiana no Irã foi estruturada por um controle que não dependia apenas da lei, mas da internalização do medo. Um sistema que regulava comportamento, aparência, circulação e expressão. E que, no caso das mulheres, operava de forma ainda mais direta e constante. Não era cultura. Era coerção institucionalizada. E seus efeitos não foram abstratos. Foram vividos no corpo, na rotina e nas escolhas de milhões de mulheres. Bastava que o risco estivesse sempre presente para garantir a obediência
Esse é o traço mais sofisticado de regimes autoritários. Quando o controle deixa de ser imposto de fora e passa a ser incorporado como regra de sobrevivência, ele se torna mais eficiente e mais difícil de romper. Por isso, a morte de lideranças desse porte não produz uma reação única. Há alívio, há ceticismo, há indiferença estratégica. Mas há algo mais relevante: a percepção de que esse sistema não é permanente. E isso muda tudo.
Regimes não acabam com seus líderes. Eles continuam nas instituições, nos hábitos e na forma como a sociedade interpreta o risco. No Irã, esse legado é visível. Ele está na forma como o espaço público é ocupado, na cautela com que se fala, na maneira como se reage. E está, de forma ainda mais evidente, na experiência das mulheres, submetidas a um regime que regulava desde a forma de se vestir até sua presença no espaço público, muitas vezes com sanções diretas e imediatas. Não era limitação abstrata. Era controle sobre o corpo, o espaço e a própria existência. Basta lembrar das manifestações recentes, desencadeadas por repressões ligadas a regras de vestimenta. Ali ficou claro que o controle não era apenas normativo. Era cotidiano, físico e simbólico. Resistir continuamente cobra um preço. Isso desgasta, impõe limites, convive com medo e, muitas vezes, com a sensação de que nada muda.

É por isso que momentos como esse não devem ser analisados apenas pela ótica institucional. A morte de lideranças pode não alterar imediatamente a estrutura de poder, mas tem impacto direto sobre o imaginário coletivo. E mudanças reais começam aí. Não quando o sistema cai, mas quando ele deixa de parecer inevitável. Esse deslocamento é sutil, mas estratégico. Ele não produz ruptura automática, mas cria fissuras. E fissuras, em regimes altamente controlados, são pontos de instabilidade. Porque revelam algo incômodo: o controle pode falhar. E quando essa percepção se instala, o silêncio deixa de ser a única resposta possível.
Isso não significa que uma transformação esteja garantida. A história mostra o contrário. Sistemas consolidados tendem a se adaptar, se reorganizar e, em muitos casos, até se tornar mais rígidos diante de sinais de fragilidade. Mas há um ponto de não retorno que começa a se formar quando a percepção coletiva muda. Quando o medo deixa de ser absoluto. Quando o comportamento começa, ainda que lentamente, a testar limites antes considerados intransponíveis. O medo não desaparece. Ele perde força.
Nesse cenário, as mulheres iranianas permanecem no centro da equação. Não apenas como vítimas de um modelo que as restringiu, mas como agentes naturais de qualquer mudança relevante. Foram elas que mais sentiram o peso das regras. E, por isso, tendem a ser as primeiras a tencioná-las quando surge espaço.
A queda de líderes pode encerrar ciclos. Mas não define o que vem depois. O que define é a reação da sociedade diante da possibilidade, ainda que incerta, de mudança. No Irã, essa história ainda está em aberto. E talvez o ponto mais sensível para qualquer regime não seja a oposição declarada, mas o momento em que as pessoas começam, de forma quase imperceptível, a deixar de aceitar o silêncio como condição inevitável. É aí que o controle começa, de fato, a perder força. E regimes assim não caem primeiro nas ruas. Caem quando deixam de parecer inevitáveis. E esse processo, silenciosamente, já começou.”
Vale relembrar a mudança de Pérsia para Irã. Entre os séculos 18 e 19, a Pérsia perdeu terras para a Rússia e, no início do século 20, passou à esfera de influência britânica. Em 1925, Reza Pahlevi assumiu o poder após um golpe de Estado. Dez anos depois, oficializou o nome Irã no cenário internacional. Em 1941, no entanto, foi forçado a abdicar por Estados Unidos e Grã-Bretanha, que temiam sua aproximação com a Alemanha nazista.
Seu filho, Mohammad Reza Pahlevi, deu continuidade a um projeto de modernização e aproximação com o Ocidente, apoiado na economia de mercado. O processo enfrentou forte oposição de setores religiosos. Em 1979, o aiatolá Ruhollah Khomeini liderou a Revolução Islâmica, depôs o xá e instaurou uma república islâmica com leis baseadas no islamismo.
“Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas.” – Zygmunt Bauman (1925-2017), sociólogo polonês.

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