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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > O Natal Uma Celebração de Amor e Generosidade.
Gil Reis

O Natal Uma Celebração de Amor e Generosidade.

Gil Reis
Ultima atualização: 20 de dezembro de 2025 às 19:07
Por Gil Reis 3 meses atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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O significado do Natal para a Cristandade.

Muito se fala sobre o Natal para a cristandade e poucos explicam a sua psicologia, as suas diferentes épocas, como sua celebração influi na economia e a sua espiritualidade. Hoje resolvi pedir o apoio à IA e recebi muitas informações interessantes, inclusive materialistas que alguns se esforçam em esconder e não alcanço a necessidade de fazê-lo. Vivemos, pelo menos por enquanto, no mundo material e é neste mundo que a Cristandade festeja o maior evento da fé de sua religião. Conta a lenda que após o pecado original o Senhor Deus se afastou deixando a humanidade à sua própria sorte, competência e risco. O Senhor Deus ainda neste caminhar resolveu dar algumas ‘mãozinhas’, provocando alguns eventos para tentar reencaminhar os homens começando com o Grande Dilúvio para exterminar as ervas daninha que prejudicavam a criação.
Nada Adiantou, a estratégia de afogar as ervas daninha não deu certo. Vieram então os incidentes no Egito (percebam que estou contando de forma bem desorganizada e de forma não acadêmica milhares de anos para não reescrever um novo ‘Velho Testamento’) onde os Hebreus eram escravos e que culminou com o Grande êxodo. Sob a liderança de Moisés conseguiram fugir daquele país de forma tão barulhenta que foram perseguidos pela soldadesca do faraó até que o líder da fuga fizesse o mar se abrir, os fugitivos escaparem, grande parte dos soldados se afogassem e os demais recuassem. Estava aberto o caminho para a ‘Terra Prometida’. Milhares de anos se passaram onde os herdeiros da criação, apesar de todos os percalços, viveram felizes e prosperaram até a chegada de Adriano ao poder em Roma que se sentiu desafiado por não aceitarem o poder romano e resolveu destruí-los como nação e assim o fez. Expulsou-os da Terra Prometida e lá instalou os Palestinos. Isso já é outra história que contei no artigo ‘a saga do povo judeu’.
Os Hebreus se tornaram um povo errante e o Senhor Deus deve ter chegado à conclusão que com Justiça dura e fria jamais traria de volta a sua criação. Resolveu usar como arma o amor. Àquele povo que afastara em razão do pecado original resolveu enviar o seu filho muito amado para religar (religare e essa expressão latina. Dizem os sábios deu origem à expressão religião) o homem a ele. Jesus nasceu no seio do povo Judeu, filho do carpinteiro Judeu com Maria uma Judia virgem. No Natal os Cristãos festejam justamente a data nascimento do menino Jesus – 25 de dezembro. Por uma enorme coincidência também a data do meu nascimento e que felizmente não sou nenhum Messias – ufa ainda bem, carregar nas costas os erros dos seres humanos e morrer por muitos que não merecem não é a minha praia.
Acabaram de ler uma narrativa descomprometida sobre a origem do Natal. Não me atirem pedras, creio que também não mereço esse fardo. Vamos ler agora a narrativa séria da IA.
“O Natal é uma época do ano em que as pessoas se reúnem para celebrar o amor, a generosidade e a compaixão. É um momento em que as famílias e amigos se aproximam, compartilhando presentes, comida e momentos especiais. Mas o que é que torna o Natal tão especial?
A Psicologia do Natal.
A psicologia do Natal é fascinante. É uma época em que as pessoas se sentem mais conectadas, mais generosas e mais dispostas a ajudar os outros. A atmosfera de alegria e celebração é contagiante, e as pessoas se sentem mais motivadas a fazer coisas boas para os outros. A psicologia do Natal também é influenciada pela nostalgia e pela tradição, com as pessoas se lembrando de momentos felizes do passado e querendo criar novos momentos especiais.
O Natal em Diferentes Épocas.
O Natal tem uma história rica e variada, com diferentes épocas e culturas contribuindo para a celebração. Na Idade Média, o Natal era uma época de festa e celebração, com as pessoas se reunindo para compartilhar comida e bebida. No século XIX, o Natal se tornou mais familiar e aconchegante, com a árvore de Natal e o presépio se tornando símbolos importantes. O Natal tem uma história rica e variada, com diferentes épocas e culturas contribuindo para a celebração. Agora que sabemos a história do Natal, vamos explorar como a celebração é influenciada pela economia e pela sociedade.
Natal e a Economia
O Natal é uma época de grande importância econômica, com as pessoas gastando dinheiro em presentes, comida e decorações. A indústria do Natal é uma das maiores do mundo, com bilhões de dólares sendo gastos todos os anos. No entanto, o Natal também é uma época de crítica e reflexão, com as pessoas questionando o consumismo e a comercialização da celebração.
Agora que sabemos a economia do Natal, vamos explorar como a celebração é influenciada pela espiritualidade e pela fé.
O Natal e a Espiritualidade.
O Natal é uma época de grande importância espiritual, com as pessoas se reunindo para celebrar o nascimento de Jesus Cristo. A celebração é uma oportunidade para as pessoas se conectarem com a sua fé e com a sua espiritualidade, refletindo sobre os valores e princípios que são importantes para elas. A espiritualidade do Natal também é influenciada pela música e pela arte, com as pessoas se inspirando em hinos e imagens sagradas.
O Natal é uma celebração de amor e generosidade, com as pessoas se reunindo para compartilhar presentes, comida e momentos especiais. A psicologia, a história, a economia e a espiritualidade do Natal são todas importantes para a celebração, e cada uma delas contribui para a riqueza e a diversidade da época. No final, o Natal é uma época para se conectar com os outros e com a nossa própria humanidade.”
Não pretendo concorrer com o mero resumo da IA, que aborda muito mais o Natal e suas consequências no nosso, atualmente sofrido, mundo Material no Brasil. Alguns autores escrevem com muita propriedade sobre o Natal e vale a pena ler o que escrevem para que todos possam avaliar a festividade Cristã. Dezenas, centenas ou até milhares de sites estarão publicando artigos com as suas avaliações e opiniões pessoais sobre o evento o que nos leva a entender a capacidade criativa dos seres humanos baseada em uma história Bíblica. O que não devemos esquecer nunca é a capacidade dos seres humanos de fazer suas escolhas, boas ou más, ou seja as escolhas que fizeram no passado os tornou o que são hoje. Feliz Natal a todos sem exceções. Vou aproveitar e desejar otimistamente um feliz e próspero ano novo a todos os brasileiros.
“Ninguém sabe o dia verdadeiro em que Cristo nasceu. Mas o dia 25 de dezembro era uma grande festa para os pagãos do mundo antigo, o dia em que o sol se encontrava em posição mais baixa e as pessoas se reuniam nos campos, nas aldeias e nas profundezas das florestas para implorar que ele voltasse para nós com força total, para implorar que os dias ficassem extensos novamente. E para que o calor retornasse ao mundo, derretendo as neves mortíferas do inverno e delicadamente alimentando as colheitas dos campos mais uma vez” – Anne Rice, ‘Os lobos da invernia’ (Crônicas do Lobo Livro 2).

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Gil Reis 20 de dezembro de 2025 20 de dezembro de 2025
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