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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Giovana Devisate > O que você quer ser quando crescer?
Giovana Devisate

O que você quer ser quando crescer?

Giovana Devisate
Ultima atualização: 11 de janeiro de 2026 às 07:21
Por Giovana Devisate 10 horas atrás
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Giovana Devisate
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Perceber o tempo pode ser difícil e, muitas vezes, vai ser sinônimo de que estamos envelhecendo, o que pode ser muito negativo quando lembramos que fazemos parte dessa sociedade que nos diz todos os dias que envelhecer é ruim.
Acredito que envelhecer, por si só, não é ruim. Tudo bem que sou apenas uma jovem adulta de 27 anos, mas, ainda assim, consigo dizer o que acho sobre este processo, até aqui. Vivo pequenas mostras do envelhecer, a cada dia. O meu próprio corpo, o corpo dos outros e dos meus pais e dos meus avós. Observar é uma dádiva e me ensina bastante.
Tenho parentes próximos que defendem veementemente a ideia de que envelhecer é, de fato, ruim. Fazem vários procedimentos estéticos, plásticas e insistem em acreditar que o tempo não passou para eles. Só percebem isso quando se deparam com artistas que marcaram a sua geração e que reaparecem muito envelhecidos na televisão. É sempre uma exclamação grandiosa sobre “como fulano está velho”, como se eles não estivessem, ao seu modo, velhos também.
Eu costumo dizer uma coisa que aprendi com o meu pai: o contrário de envelhecer, não é ficar jovem, mas morrer. Então é melhor que possamos envelhecer, do que ter a vida interrompida de qualquer modo. Se possível, que possamos envelhecer bem, com saúde, disposição e autonomia.
Eu pensei nisso, na verdade, porque foi aniversário de uma das minhas melhores amigas recentemente, no dia 6 de janeiro. Sou um pouco mais velha: fiz 27 anos em julho do ano passado e ela só fez agora. Estava um pouco frustrada com a idade e precisei dizer que não era tão ruim, enquanto pensava que passei exatamente por isso ao fazer essa mesma idade, há alguns meses.
27 foi a idade em que comecei a apreciar, verdadeiramente, quem eu sou. Também, pude atingir um ponto de maturidade que me permitiu entender o que gosto e o que não gosto com mais força. Sinto que agora eu ligo menos para a opinião dos outros. Acho, mesmo, que foi a idade. Não a idade, nua e crua, mas a maturidade que chegou com ela e que só foi possível porque viver é um eterno aprendizado.
Para mim, foi difícil mesmo fazer 25 anos. Chegar nessa idade me trouxe sensações muito insanas! A crise foi pesada para mim e para a maioria dos meus amigos e você, leitor, pode me dizer como foi para você também. Acho que aos 25 a vida aconteceu muito e pouco ao mesmo tempo. Quando nos damos conta, já somos adultos e responsáveis por nós mesmos. Nessa fase, alguns amigos já estão formados, outros já estão no mestrado, outros ainda estão na faculdade e alguns ainda estão no cursinho. A gente se compara, se desespera, até entender que a vida, em contrapartida com tudo o que nos foi ensinado antes, não se parece em nada com o que se espera dela.
Em todas as fases anteriores, até os 18 anos provavelmente, todas as crianças do nosso ciclo estão fazendo praticamente as mesmas coisas. Crescemos em contato com os amigos e colegas, no maternal, na escola, no cursinho de inglês e nas atividades extras como dança, capoeira, judô, teatro, piano, natação…
A vida adulta nos coloca de encontro com uma solidão diferenciada. Os colegas da faculdade não são os mesmos que vão estar na aula de dança. O curso de inglês já não é mais necessário. A rotina é muito mais pesada. A solidão da vida adulta, até os 25 anos, tem muito a ver com a gente se deparando com o fato de que crescemos.
Aquela pergunta que nos fazem incansavelmente quando somos crianças, “o que você quer ser quando crescer?”, não surge mais. Até os 20, ainda escutamos questionamentos sobre o que queremos fazer ou ser. Depois, sem que a gente perceba, a pergunta é substituída por “o que você é?”. Me pergunto em que momento essa transição aconteceu.
Quando deixamos de poder ser alguma coisa para simplesmente sermos. Os sonhos são aniquilados na fase adulta? Só existem quando somos crianças? Crescer então é sobre tamanho? Por que crescer não pode ser só sobre uma passagem do tempo pela qual todos somos obrigados a passar? A gente deixa de crescer em algum momento da vida?
Nos 25, vivi o luto da vida que imaginei viver um dia e que não aconteceu, pelo menos não no tempo em que eu esperava. Vivi muito mais dúvidas e incertezas do que outras coisas. Agora, passada essa fase, apesar de dúvidas ainda existirem (e sei que vão existir por toda a vida), a situação é outra. Não me sinto tão desesperada, despreparada ou ansiosa. Parece que a gente se aquieta um pouco, mesmo que não tenhamos a vida resolvida.
Acho que isso tem a ver com a tal da maturidade que falei. Entendemos que não nos tornamos nada porque somos várias coisas, que essa ideia de caber em caixinhas só diminui quem somos e limita a nossa potência. Fui entendendo, com o tempo, que eu não sou capaz de me fundir em uma só imagem, porque não consigo me limitar a tão pouco nem mesmo consigo me resumir em poucas palavras.
Se me perguntam o que faço da vida ou o que sou, a famigerada pergunta que substitui o tão ouvido “o que você quer ser quando crescer?” que vivíamos ouvindo quando crianças, sempre paro por alguns segundos antes de responder.
Envelhecer tem me mostrado que não preciso me limitar para viver e que isso diz muito sobre a minha personalidade, também, tão curiosa. O que limita a minha vida e que, infelizmente, não posso controlar, é o tempo. Ou, sob outro ponto de vista, a morte que um dia chega sem aviso. Pensar nisso me faz querer, mais do que nunca, viver ainda mais coisas, sem limitações.
Enquanto mulher, talvez seja mais difícil envelhecer, ter sonhos e nutrir desejos. Me lembrei da obra “As três idades da mulher”, de 1905, do pintor autríaco Gustav Klimt, que representa etapas diferentes da vida de uma mulher, como a infância, a juventude e a velhice. O início de tudo, a plenitude e a fertilidade e, por último, o declínio. Vemos solidão e vemos que mulheres seguram umas às outras, em todas as idades. Vemos a velhice sem idealização, o tempo inevitável e a sua passagem contínua: a vida como ela é.
Percebo, então, que nos resta definir como preencher bem o tempo que temos. O agora, o amanhã. Pensando como crianças que ainda vão crescer, mas com a maturidade de adultos que conseguem colocar planos e sonhos em prática. Eu acho mesmo, de verdade, que nunca deixamos de crescer e que se me fizerem essa pergunta ao invés de me perguntarem o que eu sou, a resposta seria muito melhor.

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