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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Vicente Cruz > O tabuleiro político do Amapá na eleição para governador
Vicente Cruz

O tabuleiro político do Amapá na eleição para governador

Vicente Cruz
Ultima atualização: 31 de janeiro de 2026 às 19:12
Por Vicente Cruz 4 horas atrás
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O início do calendário eleitoral no Amapá inaugura um cenário singular na política brasileira contemporânea. Levantamentos preliminares de institutos de pesquisa que monitoram avaliação de governo e intenção de voto indicam um ambiente de alta competitividade e baixo índice de rejeição entre os principais postulantes. No plano nacional, o protagonismo amapaense é evidente: Davi Alcolumbre preside o Senado; Randolfe Rodrigues lidera o governo no Congresso; e Waldez Góes ocupa posição estratégica no Executivo federal no cargo de Ministro do Desenvolvimento Regional. Cientistas políticos como Leonardo Barreto observam que essa densidade institucional amplia a percepção de relevância do estado e eleva o nível de exigência do eleitorado. O Amapá entra na disputa sob um duplo vetor: capital político acumulado e cobrança por desempenho mensurável.
No plano estadual, pesquisas de avaliação administrativa apontam que o governador Clécio Luís mantém índices consistentes de aprovação, ancorados sobretudo em três áreas sensíveis ao eleitor: segurança pública, saúde e educação. Dados qualitativos indicam que o enfrentamento ao crime organizado e a execução da maior obra hospitalar da história do estado são ativos relevantes em sua narrativa de campanha. Clécio Luís angaria o atributo de gestor eficiente e honesto. Estudos de opinião mostram que eleitores valorizam previsibilidade fiscal, integridade e continuidade de políticas públicas, fatores que tendem a favorecer incumbentes com desempenho percebido como satisfatório. A lógica estatística da reeleição, conforme apontam relatórios de consultorias eleitorais, costuma beneficiar gestores que conseguem converter obras e indicadores em memória positiva de governo.
No campo oposicionista competitivo, o prefeito de Macapá, Antônio Furlan, aparece bem posicionado em simulações estimuladas realizadas por institutos locais. Seu alto índice de aprovação na capital, segundo analistas, decorre de uma percepção de pragmatismo administrativo, carisma, comunicação direta e entrega visível de obras urbanas. Pesquisas qualitativas sugerem que seu principal desafio será ampliar reconhecimento e consolidar recall eleitoral nos municípios do interior. Especialistas em comportamento eleitoral destacam que disputas entre dois gestores bem avaliados tendem a migrar do campo ideológico para o comparativo técnico: eficiência, capacidade de articulação política e execução orçamentária tornam-se variáveis centrais no processo decisório do eleitor.
O embate que se projeta, portanto, é de alta densidade competitiva, com dois candidatos ancorados em mandato, estrutura e aprovação mensurada por indicadores de desempenho. Como observa o sociólogo Rudá Ricci, disputas entre gestores bem avaliados deslocam o eixo da crítica para a comparação de projetos. A eleição tende a ser menos marcada por ataques e mais por métricas: quem entrega mais? Quem planeja melhor? Quem articula com maior eficácia em Brasília? Modelagens eleitorais indicam que, em cenários equilibrados, pequenas variações na taxa de rejeição podem ser determinantes. Nesse contexto, eventual envolvimento em denúncias de corrupção — ainda que em fase preliminar — pode alterar significativamente curvas de intenção de voto, sobretudo em um eleitorado que, segundo pesquisas nacionais, associa integridade à capacidade de governança dissociada de corrupção. Em disputas qualificadas, a variável ética torna-se fator de desempate. Assim, mais do que um confronto de máquinas administrativas, a eleição no Amapá poderá ser decidida pela combinação entre desempenho comprovado, percepção de probidade e confiança projetada para o próximo ciclo de governo. Eis o desafio!

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