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José Altino

Trocando reflexões

José Altino
Ultima atualização: 28 de fevereiro de 2026 às 20:27
Por José Altino 3 horas atrás
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Disse a um grande amigo, que levarei comigo com tristeza e mágoa, pela inutilidade de estar sempre a dialogar nas políticas nacionais a surdos e medíocres; mesmo sabendo, que até historicamente, eles jamais se cercam daqueles que acreditam inteligentes. Em resposta ouvi: “que se continue a falar, palavras não se perdem quando há quem as escute. Se não houver palavras e eloquência de seus exemplos, deixará de existir um oásis no deserto. A própria mediocridade se junta para se impor pela quantidade, já que não tem qualidade.”
Pronto… se eu me achava um tanto inteligente, ele me levou na maior. Aliás, nunca mesmo, mas nunca me achei inteligente. Porém, sempre soube que a mãe da inteligência é a curiosidade e isso sempre fui, jamais aceitando, causas, verdades ou razões sem seus motivos. Mas, de qualquer forma recorri aos escaninhos da memória para bem analisar não só o mundo que nos cerca, mas bem profundamente o país em que vivemos e a Nação que buscamos formar.
O país, já bem o lá vamos conquistando e bem ocupando, faltando um pedacinho de terra lá no Norte conhecido como Amazônia. Coisinha pouca, para quem não o sabe mais da metade do trecho chamado Brasil. Agora, em se falando de Nação, como dizem os mineiros o “trem” complica.
Nossa gente, aliás, nossos dirigentes, em sede de poder e domínio, no abuso aproveitador da humildade popular, têm passado por cada coisa, sem a mínima percepção do caos social e dano moral que a viciante dependência do Estado haverá de proporcionar. Com o absurdo agravante que crimes organizados em todas as classes, estão se igualando em poder a ele.
Ainda esta semana voltei ao Congresso Nacional, onde também estivera a quinze dias. Tudo igual… Praticamente um verdadeiro Distrito Policial, onde se trata de tudo e todo qualquer crime. Engraçado é que se normatizou falar-se em bilhão, se referindo a dinheiro e consequentes desvios. Negócios de milhões sequer são lembrados e tampouco pautados. Coisa que consideram caça a níqueis e manobras de pobres.
Interessante é que ainda saem na porrada, aqueles que não desejam apurar em cima dos ávidos caçadores de sabidões desonestos. Bem, uma verdadeira esbórnia, tal qual seriados de tv que tratam de máfia, Al Capones, poderosos chefões e vigaristas outros.
Uma pena… Não se sabe mesmo em que momento este país se perdeu não conseguindo formar uma grandiosa Nação.
Tenho para mim que aconteceu quando um militar malucão, instigado pelo Congresso de então, foi acordar um marechal dorminhoco, lhe dizendo para montar em seu cavalo, tirar seu boné e declarar a república. Inclusive, dizendo que mandasse imediatamente o ocupante do cargo máximo direto ao navio para seguir a um exílio de pressinha, criando algo irreversível, porque seu apoio por parte do povo brasileiro era enorme. Teriam problemas.
O nome desse ocupante maior era Dom Pedro Segundo. Sim, aquele que consolidara o território nacional. Sim, aquele que construíra milhares de quilômetros de estrada ferro. Sim, aquele que a todo modo buscara dar a Nação incipiente, a melhor possível educação. Sim, aquele que mesmo, após tantos anos, respeitosamente é lembrado em dias de seu passamento.
E parece que com ele também a qualidade de escolha gerencial e administrativa também se foi. E que ninguém pense que a culpa é só dos Vargas, Brizolas, uns tantos generais e ou outros Lulas. Negativo… perdemos todos, o senso da necessária qualidade moral e de competência, para se levar este grandioso país a formar uma grande Nação.
Mais que incrível o que tem se tornado o Brasil. Até este cara, antes sindicalista brilhante chamado só de Lula, dirigente de sucesso em primeira experiência na condução nacional, saiu se tão bem, que abusando do poder, abandonou qualificados companheiros e disse, “ela é minha sucessora”. Danou-se, ela realmente era muito boa para muita coisa, menos a dirigente do gigante adormecido, que acabara nem há muito de acordar.
Logo no início deu atropelada legal na língua pátria, afeminando palavra sempre neutra do cargo a exercer. Depois, foi um tal de estocar ventos, besteiras mais que acabaram por conduzi-la sem muitos esforços a luz da rua. E o povo brasileiro nada aprendeu, mesmo que sofra ele gosta mesmo de outras coisas.

  1. Acontecia no Brasil, algo fenomenal de alcance internacional. O Estado de Israel instituíra um programa e concurso a cientistas de melhor projeto para dessalinização de águas do mar. Mais de centena de luminares da ciência mundial se apresentaram. Meio a eles, uma jovem recém formanda no Instituto Militar de Engenharia, criado em 1959. Ficou entre os primeiros, cinquenta, entre vinte e por fim venceu o certame e o sal das águas do mar com aplicação do grafeno. Seu nome, Nadia Ayad, idade a época, 29 anos.
    Nem precisa se dizer, que apesar do sofrido e árido nordeste, esquecida e ignorada pelo governo de nordestino na ocasião e também desta hora, cá vieram os piratas ingleses, sempre eles, e carregaram com a moça, que me parece que cá nunca mais voltou.
    Não pensem que culpo o senhor presidente, brasileiros e políticos calados mudos ficaram, ainda mais que naquele mesmo ano surgia a Anitta com sua maravilhosa bunda. Um delírio nacional, sendo sagrada a mulher do ano.
    Nestes tempos, nestes agora, outra jovem de 60 anos, chama atenção em causa de questão, tão velha e antiga quanto o homem. Por incrível que pareça, educada em escola, mas guiada por mão Divina e conduzida por Cristo, veio a produzir, não por milagre, mas pela ciência, trazer de volta o andar ao humano, condenado a cadeiras de rodas. Um maravilhoso feito a ser perenizado na memória nacional. Seu nome Tatiana Coelho de Sampaio.
    Neste país, ele e seus máximos dirigentes ocupados na grande festa pagã, ninguém deu atenção merecida a tal feito. Todos, sem distinção, mais deram atenção a ladrões de bilhões em bancos, a afanadores de tesouros da velhice aposentada no país, que a espetacular conquista da jovem da segunda idade.
    Numa ironia, agora famosa em Europa, uma brasileira jovem influenciadora, em cama de jogador famoso, podendo no momento, ser levada a condição de mulher do ano.
    Nem se precisa dizer, que mais uma vez, piratas lá de lonjão vieram, não levaram a doutora, mas carregaram o produto quebrando a patente.
    Alguém se importou? Ninguém, afinal o ano é eleitoral, ainda ocupados que, “estão se juntando, para outra vez se imporem pela quantidade”.
    Não vou mais levar a frente reflexões com esse meu amigo, dá tristeza e desencanto… muito se falou mal da velha república e das tais ditaduras, essa que nome deveremos dar???

BH/GV/Macapá-01/03/2026

José Altino Machado

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