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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Dra Denise Morelli > Uma breve história da mentira.
Dra Denise Morelli

Uma breve história da mentira.

Dra Denise Morelli
Ultima atualização: 3 de agosto de 2025 às 12:24
Por Dra Denise Morelli 8 meses atrás
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A palavra em latim diabolus significa “caluniador”, aquele que faz acusações falsas. Deu origem ao termo “diabo” – também chamado, na tradição cristã, de pai da mentira. Faz tempo, porém, que mentir perdeu o peso moral da religião. A prática tem sido relativizada, sobretudo na política. E talvez não haja período mais profuso em manipulações e dissimulações que as campanhas eleitorais. Na busca por votos, muitos candidatos adotam sem pudores a inverdade como estratégia. Classificar essa conduta de diabólica pode soar antiquado, mas a história política da mentira permite tachá-la de maquiavélica e até mesmo de nazifascista.
A guerra política, muitas vezes, tolera e até promove a disseminação de mentiras, o que pode levar a sérias consequências, incluindo a divisão e o afastamento entre membros de uma mesma família. A intolerância e a dificuldade em aceitar opiniões diferentes, alimentadas pela polarização política, podem exacerbar conflitos familiares, levando a discussões acaloradas, ofensas e, em casos extremos, ao rompimento de laços.

A política, por sua natureza, envolve conflitos de interesse e a busca por poder, o que pode levar alguns atores a recorrerem a estratégias desonestas, como a disseminação de notícias falsas e a manipulação da opinião pública, para atingir seus objetivos. Essa prática, além de comprometer a qualidade do debate público, afeta diretamente as relações interpessoais, criando um ambiente de desconfiança e discórdia, especialmente dentro do círculo familiar, onde a proximidade e a convivência são mais intensas.
É fundamental reconhecer que a política não deveria ser um motivo para a divisão familiar. A busca por soluções para os problemas sociais e a construção de um bem comum devem ser realizadas através do diálogo e do respeito às diferenças, mesmo quando as opiniões divergem.
Em resumo:
A guerra política pode gerar um ambiente propício para a disseminação de mentiras e a intolerância, afetando as relações familiares.
A polarização política pode levar a conflitos intensos, com consequências como discussões acaloradas, ofensas e afastamento entre familiares.
A política deve ser debatida de forma construtiva e respeitosa, buscando soluções para os problemas sociais, sem que isso resulte na divisão e no rompimento de laços familiares.

A “legitimação da mentira” é um tema complexo que envolve tanto questões éticas quanto sociais. Não há uma resposta simples sobre quando a mentira é aceitável ou justificada, pois diferentes perspectivas filosóficas e contextos sociais podem levar a diferentes conclusões. No entanto, a ideia de que a mentira pode ser “legitimada” em certas situações é frequentemente debatida, especialmente em relação a consequências negativas, intenções e potenciais benefícios.
Questões Éticas:
Ética Kantiana:
Immanuel Kant, um filósofo influente, defendia que a mentira é sempre errada, independentemente das circunstâncias. Para ele, a mentira viola o dever moral de dizer a verdade e destrói a confiança entre as pessoas.
Ética Utilitarista:
Utilitaristas, por outro lado, podem argumentar que a mentira pode ser justificada se levar a um resultado mais positivo para o maior número de pessoas. Por exemplo, mentir para proteger alguém de um perigo iminente pode ser considerado aceitável por um utilitarista.
Ética da Virtude:
A ética da virtude foca no desenvolvimento do caráter moral. Aqueles que seguem essa abordagem podem argumentar que a mentira é sempre contrária à virtude da honestidade, mas também podem considerar que a compaixão e outras virtudes podem justificar a mentira em certos casos.
Questões Sociais:
Banalização da Mentira:
Em muitas sociedades, a mentira se tornou comum e até mesmo banalizada em certas situações, como em conversas informais ou para evitar situações desconfortáveis.
Mentiras por Conveniência:
Em alguns casos, as pessoas podem mentir por conveniência, para evitar problemas ou para obter vantagens pessoais. A cultura popular frequentemente retrata personagens que mentem para alcançar seus objetivos, o que pode contribuir para a normalização da mentira.
Mentiras em Contextos Específicos:
Em algumas situações, como em contextos de guerra ou para proteger informações confidenciais, a mentira pode ser considerada aceitável ou até mesmo necessária, embora possa ser vista como antiética por outros.
Legislação:
Falso Testemunho:
No Brasil, o falso testemunho em juízo é crime. A legislação pune quem mente sob juramento em processos judiciais, administrativos ou inquéritos policiais.
Direito de Não Produzir Prova Contra Si Mesmo:
No entanto, o acusado em um processo penal tem o direito de não produzir provas contra si mesmo, o que significa que ele não é obrigado a dizer a verdade.
Considerações Finais:
A “legitimação da mentira” é um tema multifacetado que envolve considerações éticas, sociais e legais. Não há uma resposta única para a questão de quando a mentira é justificável. A decisão de mentir ou não depende das circunstâncias, das intenções e das consequências da ação, além das crenças e valores de cada indivíduo.
Para saber mais:
Aqui estão algumas indicações de livros e filmes sobre a mentira:
Livros

  1. “A Mentira” de Kazuo Ishiguro: Um romance que explora a relação entre memória, identidade e mentira.
  2. “O Livro dos Contos” de Jorge Luis Borges: Uma coletânea de contos que abordam temas como a verdade e a mentira.
  3. “A Arte da Mentira” de Patricia Highsmith: Um romance que explora a psicologia da mentira e a manipulação.
  4. “Mentiras que os Homens Contam” de Daniel J. Flynn: Um livro que explora as mentiras que os homens contam e como elas afetam as relações.
    Filmes
  5. “A Verdade” (2019): Um filme que explora a relação entre uma mãe e filha e as mentiras que as separam.
  6. “Mentiras Sinceras” (1994): Um filme que segue um agente secreto que começa a questionar sua própria identidade e a verdade.
  7. “O Mestre das Mentiras” (2013): Um filme biográfico sobre o golpista Frank Abagnale Jr., que se passou por piloto, médico e advogado.
  8. “A Face Oculta” (2013): Um filme que explora a relação entre uma mulher e seu marido, que esconde segredos e mentiras.
    Documentários
  9. “A Mentira” (2018): Um documentário que explora a psicologia da mentira e como as pessoas podem ser enganadas.
  10. “Os Falsificadores” (2007): Um documentário que segue a história de um grupo de falsificadores de arte.
    Essas são apenas algumas indicações, e há muitos outros livros e filmes que exploram o tema da mentira de maneiras interessantes e complexas

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Dra Denise Morelli 3 de agosto de 2025 3 de agosto de 2025
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