Segundo as regras, o projeto preliminar e os documentos de inscrição devem ser enviados pelo site do concurso, que ainda não está disponível, a partir do dia 1º de maio. O prazo é até 1º de junho. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF).
Podem participar pessoas físicas ou jurídicas constituídas por arquitetos, urbanistas ou engenheiros civis diplomados e habilitados nos órgãos profissionais de cada área de atuação.
Segundo o GDF, o museu vai ser erguido em lote público de 7,5 mil metros quadrados, nas proximidades da Estrada Parque Indústrias e Abastecimento (Epia) e da antiga Rodoferroviária de Brasília, na ponta do Eixo Monumental. O custo total é de R$ 26 milhões.
Entretanto, a construção – que ainda nem saiu do papel – já foi alvo de um impasse judicial. No ano passado, a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea) ingressou com uma ação na Justiça para barrar as obras, alegando que a medida “constitui afronta à liberdade religiosa e à laicidade do Estado”. Por outro lado, o juiz que analisou o caso negou o pedido de liminar.
Os projetos serão julgados por uma comissão formada por arquitetos e museólogos. Entre os critérios para seleção estão inovação, adequação às normas e sustentabilidade socioambiental. As propostas devem conter pelo menos os seguintes itens: 1. Memorial descritivo e justificativo; 2. Planta de implantação do projeto no terreno; 3. Plantas de todos os níveis e de cobertura; 4. Cortes e elevações em conformidade com o nível de estudo preliminar; 5. Perspectivas ou renderizações, entre outros.
Além disso, os autores devem ser habilitados pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) ou Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). Os participantes também devem morar no Brasil.
Em janeiro, o GDF informou que a construção do Museu Nacional da Bíblia terá um orçamento de R$ 26 milhões. Desses, R$ 14 milhões serão custeados por meio de emendas parlamentares de deputados federais e o restante sairá dos cofres da capital.
A destinação dos recursos para a obra, reivindicada por políticos da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, é alvo de críticas por entidades laicas e, por isso, a construção foi parar na Justiça.
À época, GDF argumentou que o projeto ainda estava em fase inicial. Disse ainda que “o museu não seria um templo religioso”, que a Bíblia é patrimônio histórico da humanidade, e que a “laicidade do Estado não significa que deva ser ignorado o reflexo cultural do livro mais influente da sociedade brasileira”.
O pedido da Atea foi negado pelo juiz Paulo Afonso Cavichioli Carmona. Para ele, a situação apontada na ação não indicava que o projeto deveria ser suspenso.
Desenho de Oscar Niemeyer? Além do imbróglio judicial, a autoria de um projeto do museu, atribuída ao arquiteto Oscar Niemeyer também gerou debates. Inicialmente, em 2019, o GDF anunciou que o Museu da Bíblia seria construído a partir de um projeto idealizado por Niemeyer. No entanto, meses depois da divulgação do desenho, a Fundação Oscar Niemeyer não reconheceu a autoria da obra.
A fundação do arquiteto, que morreu em 2012, disse que a instituição “tem os direitos sobre todos os desenhos” e citou ainda “ações oportunistas de apropriação de sua imagem”. A fundação é presidida pela neta do arquiteto, Ana Lucia Niemeyer.
Por outro lado, o Instituto Oscar Niemeyer – que chegou a ser contratado pelo GDF, sem licitação, para executar a obra – disse em entrevista à TV Globo que fez pequenas adaptações ao projeto original de Niemeyer. O escritório é gerido por um bisneto do arquiteto, Paulo Sérgio Niemeyer.
Já o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) do DF disse, em nota, desconhecer o projeto do espaço cultural e religioso como de autoria do arquiteto carioca.”. Fonte: G1.
Os pastores Oton Alencar e Besaliel Rodrigues e o Apóstolo Orley Alencar, do Estado do Amapá, estiveram pessoalmente no local onde será construído o grande Museu Brasileiro da Bíblia, local onde foi erigido pelas autoridades brasileiras a pedra fundamental.
DESTAQUES DA SEMANA
1- Local geográfico em Brasília onde será construído o Museu Nacional da Bíblia da Nação brasileira.
2- Croqui do Museu Nacional da Bíblia supostamente elaborado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
3- Únicos pastores amapaenses presentes na pedra fundamental do Museu Nacional da Bíblia.
LIDERANÇAS
Sugestão de leitura: BERTHOUD, Jean-Marc. Uma religião sem Deus: os direitos humanos e a Palavra de Deus, trad. Paulo Athayde Ribeiro, Brasília: Ed. Monergismo, 2018, 138p. “No senso comum, prevalece a crença de que os chamados Direitos Humanos são um dos subprodutos da ação cristã no mundo, uma vez que esta é movida pelo amor de Deus e ao próximo, assim como pelo senso de dignidade inata ao homem, já que criado à imagem de Deus…”. Ledo engano. Assim como temos visto ultimamente a negação da justiça pela maior Corte de Justiça do país, o STF; assim como os políticos em geral, mormente governadores e prefeitos, têm desvirtuado o correto sentido da política; assim como a imprensa tradicional tem fermentado negativamente o jornalismo escorreito, a religião tem contaminado a fé com o desamor mesquinho e deletério à alma humana. Mas, para quem lê livros e a Bíblia, nada disso é surpresa. Jesus disse em Mateus 24.12: “A maldade aumentará de tal maneira que o amor de muitos se esfriará”. Estamos nos últimos dias e a tendência é Deus se afastar das religiões e se aproximar dos corações. Excelente leitura!
ESPECIAL
NEWS: 1- Pastora Ester Farias na EBD: Neste domingo, 28.03, pela manhã, a Pastora Ester Farias, Presidente da União Feminina de Pastoras da Igreja AD – A pioneira, estará ao vivo em todas as plataformas virtuais da referida Igreja ministrando o último tema do trimestre da Revista da EBD – Escola Bíblica Dominical. Assista! 2- Políticos omissos: Nossos representantes políticos estaduais estão omissos. O povo que eles deveriam representar está abandonado a própria sorte! E eles, com seus gordos salários, planos de saúde, mordomias e trabalhando em um prédio luxuoso (ALAP de vidros), que contrasta com a precariedade dos hospitais públicos e HE. Estão dando “bananas” para o sofrimento do povo pobre! 3- Convenções na pandemia: A exemplo da Convenção Amapaense de Pastores UFIADAP, outras convenções por todo o país estão adiando seus conclaves anuais. Por exemplo, a CEADDIF do Distrito Federal realizou sua 111ª AGO agora em março por meio virtual e a CGADB nacional adiou sua 45ª AGO de abr.-2021 para abr.-2022. A CADB Nacional irá realizar sua AGO anual em outubro em Manaus-AM.
ESTUDOS BIBLICOS
Tema: A verdadeira amizade.
No Evangelho de João 11. 35 e 36 diz: “Jesus chorou. Então os judeus disseram: ‘Vejam como ele o amava!’”. Jesus chorou pela morte de seu amigo Lázaro. Essa atitude de Jesus mostra que Ele se comove com a dor alheia. Jesus sentiu a dor das irmãs de Lázaro e se comoveu. Depois Jesus ressuscitou Lázaro!
Lázaro precisou para seu problema só de um amigo. O mais importante nunca será a quantidade e sim as qualidades das nossas amizades. Não somos obrigados escolher irmãos, mas amigos sim.
Em um curso de especialização teve uma tarefa: Quem são seus 6 (seis) amigos que estariam no dia da sua morte, não interessa o lugar. Naquela oportunidade escrevemos os seis nomes; hoje já não consta mais nenhum da lista. Entendemos que os amigos nem sempre estariam presentes. Mas, na verdade, gostam de se importar com os seus momentos de êxito; não com quem você é.
Diz Provérbios 18.24: “O homem que tem muitos amigos, tem-nos para a sua ruína; mas há um amigo que é mais chegado do que um irmão.”.
FIQUE LIGADO
Hipócrates X Hipócritas. Quando uma pessoa se forma em medicina ela faz o juramento de Hipócrates, considerado o “pai da medicina”. O texto do juramento é um pouco longo, mas uma das frases diz assim: “… aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar danos ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza à perda…”.
E agora estão saindo vários estudos científicos renomados comprovando que a ivermectina tem eficiência superior a maioria das vacinas, incluindo o tempo de duração dos efeitos no organismo. Mas como sempre a imprensa se cala, porque quanto mais mortes para a imprensa, mais se reforça a narrativa de queda do presidente. A imprensa brasileira é a maior torcida do “quanto pior melhor”, eles não têm nenhum compromisso com a vida ou saúde dos brasileiros, o fundamento é a guerra ideológica, na torcida da morte.
Mas, diante de tudo isso, por que considerável número de médicos cerra fileiras com essas narrativas de políticos e jornalísticas negacionistas?