A estatal manteve um mínimo de atividades em funcionamento, já que se trata de um serviço essencial.
Em nota a categoria denuncia o corte de 70 benefícios da classe, como vale-alimentação, auxílio-creche e reduções de até 30% no adicional de risco, além de pagamentos com descontos indevidos e um aumento na parcela a ser paga por planos de saúde, o que tornou a cobertura impraticável para muitos dos funcionários, que recebem o piso salarial.
“Os Correios não pretendem suprimir direitos dos empregados. A empresa propõe ajustes dos benefícios concedidos ao que está previsto na CLT e em outras legislações, resguardando os vencimentos dos empregados” declarou a autarquia.
Segundo o secretário da FENTECT (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), Emerson Marinho, os sindicatos não concordaram com a proposta de reajuste salarial sugerida pela diretoria da companhia, como por exemplo a retirada de filhos dependentes com necessidades especiais. Para os funcionários, essa perda de benefícios significa um retrocesso de direitos.

