“Chamou atenção nesse caso a audácia do suspeito. Ele não se importou em abater seu oponente em frente à delegacia e em plena luz dia”, relatou o delegado.
Em depoimento o investigado alegou que assassinou o desafeto por um suposto furto que Jeovane teria cometido semanas antes.
“O preso declara que o Jeovane havia lhe subtraído um notebook e parte do auxílio emergencial, e que por esse motivo decidiu se vingar. No dia do crime eles estavam em um churrasco aqui na orla e a própria vítima teria dado a faca para que o algoz a lavasse na beira do rio. Assim que retornou, o investigado, de forma traiçoeira, desferiu a facada no pescoço do homem que estava agachado, atingindo fatalmente a jugular. A arma ficou cravada no pescoço da vítima”, disse o presidente do inquérito.
Corrêa representou pelo pedido de prisão preventiva, o qual foi deferido pelo juiz da Comarca de Oiapoque.

