De acordo com Eduardo Monteiro, o homem que deseja atuar em Macapá foi formado no exterior, mas não passou pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida), obrigatório pelo Governo Federal para quem não se formou no Brasil. Ele teria dado entrada no pedido no final do mês outubro.
Em junho deste ano um caso semelhante foi registrado em Macapá. Mas, Gideão Vanderlê da Rocha, natural do Pará, foi preso em flagrante por exercício ilegal da profissão. Ele também foi inscrito no Conselho por determinação judicial.
Neste caso, apesar da liminar e do documento do Ministério da Saúde apresentados, o CRM entrou em contato com a Universidad Nacional Ecológica, localizada na Bolívia, que informou por meio de e-mail que o diploma não é verdadeiro. O documento enviado pela instituição informou que o falso médico iniciou a graduação em Medicina, mas não concluiu o curso.
O CRM-AP fez a representação policial, para apurar o exercício ilegal da medicina, utilização de documento falso e outros crimes conexos ao fato delituoso denunciado. Ele foi preso pela Polícia Civil em flagrante na sede do CRM, quando receberia a carteira de médico.

