Os dias atropelaram-se e esqueci-me de fechar as cortinas, trancar as portas das oficinas de intrigas e trapaças em permanente ameaças ao puro sentimento de quem mantém a crença na bondade humana e leva a chama da esperança para desbravar os caminhos.
Esqueci-me de tampar os bueiros de onde saltam ratazanas e outros indesejáveis viventes e de esparramar água de cheiro alfazema ou jasmim por todas as esquinas em que passaria embalada no doce alarido de quem confia e estampa, ao nascer do dia, um sorriso de boas-vindas.
Esqueci-me de dizer ao carteiro que não estaria no portão para receber a carta que poderia mudar minha vida e de ler os bilhetes que a Natureza deixava por todos os lugares com indícios de setas indicativas das ciladas de que são cercados os de alma inocente, sem a malícia das gentes pervertidas.
Esqueci-me de escrever com letras garrafais nos portais as palavras que nunca disse, o amor não vivido, as verdades desconhecidas, as dores não sabidas, os espantos e desencantos com enganos e perfídias vindas de onde nunca deveriam ter vindo.
Esqueci-me de gritar os teus medos, que somente hoje percebo, e que te fizeram sofrer minha amada pequenina. Aqui no manifestado o saber é tão limitado, apenas o amor é infinito, proteção e abrigo.
As mães deveriam ser oniscientes, abarcar todo o espaço com visão privilegiada para proteger seus filhos, mas são apenas seres sencientes, seres que se alegram ou sofrem com as alegrias ou aflições dos seus rebentos.
Os dias atropelaram-se, as noites se recolheram e ficaram em vossos olhos cada vez mais distinguível o brilho das estrelas, filhas amadas minhas, transcrevendo no espaço com compasso de firmeza e destreza a canção do inimaginável ser.
Amo amar o AMOR que há no ar, no doce do sal da água do mar, no sombrear das grotas e alâmedas, no andar e seguir e… Amo o amor que há no olhar, no olhar das filhas jamais esquecidas…
Esqueci-me de tampar os bueiros de onde saltam ratazanas e outros indesejáveis viventes e de esparramar água de cheiro alfazema ou jasmim por todas as esquinas em que passaria embalada no doce alarido de quem confia e estampa, ao nascer do dia, um sorriso de boas-vindas.
Esqueci-me de dizer ao carteiro que não estaria no portão para receber a carta que poderia mudar minha vida e de ler os bilhetes que a Natureza deixava por todos os lugares com indícios de setas indicativas das ciladas de que são cercados os de alma inocente, sem a malícia das gentes pervertidas.
Esqueci-me de escrever com letras garrafais nos portais as palavras que nunca disse, o amor não vivido, as verdades desconhecidas, as dores não sabidas, os espantos e desencantos com enganos e perfídias vindas de onde nunca deveriam ter vindo.
Esqueci-me de gritar os teus medos, que somente hoje percebo, e que te fizeram sofrer minha amada pequenina. Aqui no manifestado o saber é tão limitado, apenas o amor é infinito, proteção e abrigo.
As mães deveriam ser oniscientes, abarcar todo o espaço com visão privilegiada para proteger seus filhos, mas são apenas seres sencientes, seres que se alegram ou sofrem com as alegrias ou aflições dos seus rebentos.
Os dias atropelaram-se, as noites se recolheram e ficaram em vossos olhos cada vez mais distinguível o brilho das estrelas, filhas amadas minhas, transcrevendo no espaço com compasso de firmeza e destreza a canção do inimaginável ser.
Amo amar o AMOR que há no ar, no doce do sal da água do mar, no sombrear das grotas e alâmedas, no andar e seguir e… Amo o amor que há no olhar, no olhar das filhas jamais esquecidas…