A princípio, a defesa do policial alegou troca de tiros, mas logo foi descoberto, após perícia, que o Gabriel Ferreira usava uma arma de brinquedo, logo não poderia ter atirado.
“Os disparos de arma de fogo que mataram a servidora pública e o assaltante partiram da arma de fogo utilizada pelo policial penal”, concluiu a Polícia Civil a respeito do inquérito conduzido pela Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP).
O policial penal, que não teve o nome revelado, foi indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil. Danila era cliente e estava com a tia e a sobrinha no Bar do Francês, onde ocorreu o fato. Na época do caso, o policial não se apresentou imediatamente na delegacia.
O inquérito foi enviado ao Ministério Público que vai formular à denúncia e encaminhar para a Justiça. Não foi informado se o policial responde em liberdade ou preso e nem se segue vinculado ao Sistema Penitenciário do Amapá.

