Conheça mais sobre o trabalho desenvolvido por mim na página do facebook /DepMarcosReategui Contribuições e questionamentos serão recebidos através do e-mail [email protected]
• Desembargador Constantino Brahuna está morto. O que fazer com os documentos que comprovam que as acusações que lhe foram imputadas são falsas?
• Desembargador Constantino Brahuna está morto. O que fazer com a ação que interpôs e na qual inseriu as provas de que sofria acusações falsas? Como explicar para a sociedade que foi falsamente acusado porque denunciara crimes praticados pelos encarregados da Justiça?
• Caso um repórter investigativo “fuçasse” as provas, caso a Justiça julgasse o caso, emergiria cristalina, objetiva e concreta a verdade. A verdadeira culpada acaba de aposentar. Tem nome e sobrenome. Há provas materiais do crime desta senhora.
• Desembargador Constantino Brahuna está morto. Ele foi, certamente, o mais preparado operador do direito brasileiro, que trabalhou no meu estado. Tinha temperamento difícil. Não gostava de ouvir e tinha muito a dizer.
• Conhecimento do direito e de vida dele transbordavam. No direito, pude acompanhar sentenças complexas sendo proferidas oralmente em audiência, qualificação alcançada por pouquíssimos Magistrados no País. Na vida, tinha o conhecimento do trabalho público e privado que desenvolveu no Pará e a dor de perdas, como a morte prematura de um filho. Não é novidade para ninguém que a natureza nos prepara para “enterrarmos” quem nasceu antes de nós, como nossos pais, mães, avós, nunca quem vem depois, como nossos filhos.
• Com esse cabedal de vivências, somado ao conhecimento profundo do Direito, especialmente Direito Público, Desembargador Constantino Brahuna presentou nossa gente com seu trabalho, distribuiu Justiça e ajudou aos demais operadores do direito, incluídos seus pares, a fazer o mesmo. Justiça com “J” maiúsculo, aquela que requereu e não lhe entregaram em vida.
• Além do conhecimento profundo do direito e da vida pública, Desembargador Constantino Brahuna tinha outra qualidade marcante: era um homem com honra, valores morais, não tinha preço, prezava a palavra empenhada, o “fio do bigode” e, principalmente, um homem capaz de enfrentar a tudo e a todos para defender o bem-estar público, interesse de pessoas humildes, comuns, aquelas que, para a maioria das autoridades, não passam de estatística. E, por isso morreu, porque não fez o que o sistema dele esperava.
• Os meios de comunicação gritam que o “camarada” Lula sofreu injustiça em razão de parcialidade do juiz Sérgio Moro, que o alijou da eleição presidencial de 2018.
• Sérgio Moro teve o caso do “camarada” desembargador Constantino Brahuna em suas mãos (SEI 08000003632/2019-55) e, por alguma razão que desconheço, não tomou as devidas providências, as quais poderiam ter significado a justiça para o desembargador. Agora, o “camarada” desembargador Constantino Brahuna está morto. E a maioria dos meios de comunicação em silêncio. Para a imprensa que ficou calada, a vida do “camarada” desembargador Constantino Brahuna vale menos que a oportunidade de concorrer a um cargo para o “camarada” Lula. O cargo deste último vale mais do que a vida do desembargador na visão de muitos.
• Essas injustiças, ignoradas pela sociedade, exigem tratamento médico, primeiro, para a vítima e, depois, para o algoz. Elas geram crise de ansiedade, gastrite e lesões ulcerosas; provocam hipertensão arterial de difícil controle – condições estas decorrentes de estresse contínuo. Neste cenário os honestos acabam com o coração implodido pela insuportável dor, que emana da violação objetiva e subjetiva da honra. Tudo decorrente do sofrimento da vítima da injustiça, em razão das falsas acusações, ironicamente, proferidas pelos guardiões da Justiça.
• Mas, para a verdade emergir é necessária a democracia. E esta pressupõe cidadãos conscientes, imprensa livre, instituições comandadas por autoridades idôneas, que as ações dos cidadãos e cidadãs sejam pautadas, em sua maioria, em valores, e não em preços, e, por fim, que cada um, e todos, lembrem que somos humanos, que nossa passagem pela terra é curta, que nosso espírito é imortal e que haverá um tribunal em que os acusadores e julgadores não poderão ser comprados, nem induzidos a erro. E nada disso existe, ainda.
• Mas a população começa a perceber e se revoltar com essa realidade. Estão despertando e tomando consciência coletiva de que somos uma sociedade que não aguenta mais ser abandonada, roubada e maltratada. Por isso acompanho, cada vez mais, as reações à má gestão e ao desvio de recursos públicos. Os governantes de todos os poderes precisam enxergar que a política praticada não é mais suportável. Os Sans-culottes do Amapá, e do Brasil, estão cogitando sua marcha e o destino todos sabem… É questão de tempo! Eu não pagaria pra ver!