Durante a cerimônia, a Justiça Eleitoral gravou na memória flash, uma espécie de pen-drive e inseriu esse equipamento em cada urna, que em seguida foram lacradas. É um momento onde publicamente é garantida a segurança e transparência do processo eleitoral.
Em toda a capital amapaense, a Justiça Eleitoral disponibilizará 850 urnas eletrônicas para o dia da votação do primeiro turno – contando com as urnas de contingência.
É papel do MP Eleitoral fiscalizar o pleito e, por conta disso, acompanhou o processo de carregamento e lacre dos equipamentos.
De acordo com o promotor Eleitoral, a participação e acompanhamento do MP Eleitoral são fundamentais para a garantia da segurança e transparência das Eleições.
Compareceram à audiência a juíza eleitoral da 2ª Zona Eleitoral, Eleusa Muniz, juiz da 10ª Zona Eleitoral, Carlos Alberto Canezin, a diretora-geral do TRE/AP, Elinete Freitas, o secretário de Tecnologia da Informática do TRE/AP, Emanoel Flexa e Heverton Fernandes e Francisco Serafim, chefes de Cartório da 2ª e 10ª Zona Eleitoral, respectivamente.
MP Eleitoral – O MP Eleitoral não possui estrutura própria, mas uma composição mista: membros do MPF e do MP estadual. O MP Eleitoral atua em todas as fases do processo eleitoral. Nas eleições municipais, atuam os promotores eleitorais. Os procuradores regionais são responsáveis pelas ações contra candidatos aos cargos eletivos, pois o julgamento cabe ao TRE. Também atuam nos recursos contra as decisões dos juízes de primeiro grau.

