Segundo fontes dos portais, a proposta teria sido feita por Musk à empresa mediante carta. O empresário e o Twitter ainda não se pronunciaram.
A empresa processou o bilionário em julho, por violação do acordo de US$ 44 bilhões para a compra da rede social. A plataforma pediu para que um tribunal do estado de Delaware, nos Estados Unidos, obrigue o bilionário a concluir o acordo.
No mesmo mês, Musk havia anunciado a rescisão do acordo para comprar o Twitter. Ele alegou que a empresa não forneceu informações sobre fake news e sobre os perfis da rede social.
Entenda o caso
Em abril, o homem mais rico do mundo e a empresa haviam firmado um acordo com o conselho de administração do Twitter para comprar a rede social por US$ 44 bilhões. Antes de realizar a compra, o empresário chegou a adquirir 9% das ações da rede social.
Nas últimas semanas, porém, Musk ameaçou suspender a compra a menos que a empresa mostrasse provas de que contas de spam e bots representavam menos de 5% dos usuários que veem publicidade no serviço do microblog.
A plataforma alegou que os perfis fakes representam menos de 5% de sua base de 229 milhões de usuários. Segundo o empresário, uma análise parcial feita por ele a partir de dados fornecidos pela empresa mostram que o número é maior.

