Nada mais Natural, uma convenção antiguíssima, remontando a época de 45 ac, quando o Julio César, Governador romano, através de um decreto, fixou o dia 1º de janeiro como sendo o DIA DO ANO NOVO. Este dia foi dedicado a Jano, Deus dos Portões, sendo os portões bifaces, uma voltada para frente e outra para traz, representavam o futuro do ano novo e o passado do ano que se findou.
Vivenciamos um ano de insegurança, na área social e da saúde, com a presença de um vírus pandêmico que trouxe consigo incertezas sobre a vida, o distanciamento físico entre as pessoas, a morte de entes e amigos, além de uma crise econômica de ordem mundial.
Entre as várias lições de mais um ano pandêmico, restou o aprendizado que se deve agir com precaução diante das mazelas da vida e não com preocupação, quem se preocupa, ocupasse antes da hora.
Seneca, filosofo, político e advogado Romano, já dizia; “o homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais do que o necessário”.
Na realidade, se esquecermos o convencionado pelo calendário, cada dia que se põe e um ano que se inicia, o “ontem” já se foi, temos o “hoje”, já que o “amanhã” é incerto.
Que as experiencias dos anos pretéritos nos sirvam de lição para a vivência do presente com a intensidade que a vida merece. Que não matemos nosso tempo, acreditando não ferir a eternidade, como dizia Henry David Thoreau, poeta e filosofo estadunidense. Invocando, novamente, a sabedoria de Seneca, resta-nos a sua valorosa lição: “Trabalhe como se vivesses para sempre e ame como se fosse morrer hoje.”
Por fim, mantenha a esperança de dias melhores para o futuro, e faça, com determinação, seu dia melhor no presente, única instância do tempo que temos a certeza de vivenciar.
Um bom ano novo para todos!!!!