O atleta Kaique Cerveny, noivo da cantora e apresentadora Juliette Freire, usou as redes sociais para reclamar dos gastos envolvendo o casamento. Nas redes sociais, ele sugeriu “parar tudo” e fazer uma viagem ao lado da amada em vez de realizar a cerimônia, mas acabou levando uma invertida da vencedora do BBB21.
Reclamou
Nos stories do Instagram, Kaique disse que o casamento deixa de ser interessante quando as contas dos gastos são somadas. “Vou te falar uma coisa: esse negócio de casar é uma maravilha, só até o momento que você começa a fazer conta”, começou o atleta.
“Eu tô descabelado. E é só o começo, a gente só tá pensando no kit padrinhos e madrinhas, só! Vamo parar tudo, pausar tudo e vamo fazer uma viagem bem linda amor”, sugeriu ele. Juliette, porém, descartou a possibilidade e rebateu: “Isso é só uma vez na vida, cara! Viagem a gente pode fazer várias vezes”, disse.
Nas redes sociais, a reclamação de Kaique Cerveny causou reações. “Eu tenho ranço de rico que reclama de valores. Eu que sou lisa não reclamo”, disse Daniele Santiago. “O povo aqui acha que porque é rico não pode reclamar de gastos?”, rebateu Juliana Tavares. “Eu assim, quando fui casar, me assustava com os valores. Mas vale a pena”, riu Joana Carla.
Polêmica
No mês passado, Juliette Freire causou polêmica após afirmar que impôs uma condição para as amigas serem madrinhas no seu casamento: que seus respectivos maridos não compareçam à cerimônia. Após a fala viralizar, a famosa se manifestou e explicou a situação.
“Lembrei que uma grande amiga minha provavelmente não será madrinha porque vou colocar a condição do cônjuge dela não ir. Usei as expressões ‘fez algo muito ruim’ e ‘não concordo com a relação’ (…) mas deveria ter falado a palavra correta: violência”, afirmou.
Juliette seguiu o desabafo e disse que agressores não podem ser defendidos. “Nem sempre é fácil sair de uma relação abusiva, mulheres que passam, passaram ou conhecem alguém nessa situação sabem bem disso, mas é importante que esses agressores, essas pessoas violentas, sejam estigmatizadas”, declarou.
Fonte: Metrópoles

