Os invernos ou as secas rigorosas nunca foram novidade, sempre ocorreram sazonalmente sem nenhuma intervenção humana. Todas as vezes que leio alguma novidade sobre as tais alterações climáticas promovidas pelos senhores do clima a única coisa que percebo é o som das moedas caindo na enorme máquina ‘caça-níqueis’ que alimenta os seus bolsos. Os argumentos criados diariamente chegam a ser vergonhosos, o que mais espanta é que existem algumas pessoas em todo o planeta que acreditam em tudo o que é dito.
O Washington Examiner, através de seu site Restoring AMERICA, publicou em 29/09/2022 o artigo “A grotesca politização do furacão Ian”, de autoria de Brad Polumbo, seguem alguns trechos:
O furacão Ian devastou a Flórida esta semana e causou enorme sofrimento. Centenas possivelmente morreram, um número trágico que provavelmente continuará a crescer. Milhões estão sem energia. O alcance e a escala da destruição de propriedade são impossíveis de colocar em palavras. E enquanto muitos estão se esforçando para fornecer ajuda e apoiar esforços de caridade, grande parte do país está mergulhando em disputas políticas e combates partidários por tudo isso.
A politização grotesca do furacão Ian veio em duas formas principais. O primeiro é um esforço concentrado para explorar o desastre natural para impulsionar uma agenda de mudança climática do tipo Green-New-Deal. O exemplo mais proeminente dessa politização descarada é uma entrevista agora viral na qual o apresentador da CNN Don Lemon tenta repetidamente fazer um especialista culpar o furacão Ian pelas mudanças climáticas.
Quando o especialista explica calmamente que nenhum desastre pode ser atribuído diretamente às mudanças climáticas, Lemon não aceita essa resposta e pergunta novamente. (Agora, outro convidado aparentemente fornecerá uma versão politicamente mais satisfatória da ‘ciência’.) Mais comentários nesse gênero distorcido, implícita ou explicitamente, culpam as vítimas dos supostos caipiras republicanos da Flórida por não aceitarem a agenda progressiva das mudanças climáticas. O teor deste comentário essencialmente é: ‘Não estou dizendo que eles merecem, mas…’
Isso é doente. Devemos ser capazes de apoiar nossos compatriotas americanos enquanto eles enfrentam um desastre natural com risco de vida, sem culpá-los ou pular imediatamente para pressionar uma agenda política ou ideológica. Outros tentaram explicitamente usar esse momento trágico para atacar republicanos eleitos, como o governador da Flórida Ron DeSantis e os dois senadores republicanos da Flórida, Marco Rubio e Rick Scott.
Furacões e desastres naturais não são uma questão vermelha ou azul. Nem DeSantis nem Biden são culpados por eles. Eles sempre foram e sempre serão um problema com risco de vida em muitas partes do nosso grande país. Se, após uma tragédia como essa, você se encontrar pulando para demonizar seus oponentes partidários ou enfatizar uma narrativa ideológica, você precisa desesperadamente de um momento e se envolver em alguma auto-reflexão crítica. Algumas coisas são maiores que a política, e nunca devemos perder de vista nossa humanidade comum”.
Alguns perguntarão porque transcrevo trechos de um artigo que se refere aos EUA. É simples, o governante americano é um dos mais ferrenhos defensores da agenda climática da ONU oriunda da cartilha ‘O limite do crescimento’ do Clube de Roma, e pregada com ‘foros de verdade’ pela União Europeia, Parlamento Europeu e Reino Unido. Fiquem certos que a postura daquele país reflete diretamente nas ações dos ativistas ambientais brasileiros, ONGs internacionais e colaboracionista.
O nosso país com os seus problemas de infraestrura urbanas, ocupação de espaços de risco, secas e chuvas fora de época, o alegado desmatamento total da Amazônia sem distinção do legal do ilegal e o maior rebanho comercial do mundo tem as costas muito largas para a acusação de estar contribuindo de forma decisiva para as alterações climáticas. Temos que estar sempre muito bem preparados com a reação correta para enfrentar legislações como as aprovada pelo Reino Unido e pelo Parlamento Europeu destinadas a restringir as nossas exportações e, principalmente, para coibir a nossa produção. No combate de narrativas nunca somos ouvidos ou acreditados, precisamos de uma medida concreta para confrontar o Parlamento Europeu e o Parlamento do Reino Unido, não temos muito o que perder, as novas legislações já nos colocam na posição de perdedores.
Nós brasileiros diante da pregação ambientalista e de legislação de qualquer país como as aprovadas pelo Reino Unido e pelo Parlamento Europeu com sanções ambientais contra o Brasil, com o objetivo de coibir as nossas exportações, não devemos nos curvar e sim corajosamente ‘retrucar na mesma moeda’. “Os covardes morrem muitas vezes antes das suas mortes; Os bravos nunca provam a morte exceto uma vez.” – William Shakespeare em Julius Caesar.