Na manhã desta quinta-feira (26), a governadora disse que apesar de não caber ao GDF a decisão da transferência do preso, o governo recebeu a notícia com apreensão e deve tentar que Marcola fique na capital por um curto período de tempo.
“O Governo do Distrito Federal recebe com muita apreensão, mas entendendo também que precisa nesse momento receber o Marcola. É um momento de muita dificuldade, mas nós estamos ponderando talvez que esse tempo que ele fique aqui seja reduzido para rapidamente estabilizarmos toda essa situação”, disse a governadora em exercício.
Após uma reunião do Gabinete da Preservação e Mobilização Institucional que contou com a presença de representantes das forças de segurança do DF, a governadora também explicou que o momento do sistema prisional da capital é delicado.
“Há uma preocupação com a transferência de Marcola porque nós estamos como nosso sistema prisional, já em um momento delicado, mas estamos mantendo diálogo com o Ministério da Justiça sobre a necessidade dessa transferência”, afirmou Celina, que também conversou com o interventor Ricardo Cappelli para evitar problemas nas prisões.
“Conversamos com o interventor e eu tenho certeza também que a nossa Secretaria de Segurança, fará toda a gestão para que não tenha nenhuma movimentação e instabilidade no nosso sistema prisional por conta dessa transferência”, concluiu.
Marcola foi transferido para a penitenciária federal de Brasília em março de 2019, mas foi transferido para Rondônia em março de 2022. A transferência desta quarta-feira (25) foi autorizada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
Reunião no Buriti
“Hoje fizemos um balanço das atividades de cada instituição, de cada poder, do que foi feito e o que ainda precisa ser realizado. Uma prestação de contas sobre todas as atuações. Nosso secretário Sandro Avelar também já está acompanhando de perto todas as demandas”, afirmou a governadora, explicando que a nomeação de Avelar deve ser publicada antes do final da intervenção federal.
Com informações do R7

