Aprofundei os estudos das tragédias climáticas capazes da extinção da vida no nosso planeta. Pesquisei em várias fontes e a que mais me satisfez pelo profissionalismo e referências foi a matéria publicada na revista National Geographic por Ker Than, em 11/02/2013, sob o título ‘O que é que matou os dinossauros: novas ideias sobre o massacre’, que transcrevo partes do texto:
“O impacto [do asteroide] foi o golpe de misericórdia”, disse Paul Renne, geólogo da Universidade da Califórnia, Berkeley, num comunicado. A pesquisa, detalhada a 8 de fevereiro num artigo da revista Science, acrescenta ao debate científico em curso sobre o que realmente matou os dinossauros. Esse debate, que já girava em torno da questão de saber se o culpado foi um asteroide ou as mudanças climáticas induzidas pelo vulcão, evoluiu para considerar a possibilidade de que talvez estivessem envolvidos múltiplos fatores ambientais.
Renne e a sua equipa determinaram recentemente a data mais precisa para o asteroide, que ocorreu na Península de Yucatán no que é hoje o México. Usando uma técnica de datação de alta precisão em tektites – rochas do tamanho de pedras formadas durante o impacto do meteorito – do Haiti que foram criadas durante o evento, a equipa concluiu que o impacto ocorreu há 66.038.000 anos atrás – um pouco mais tarde do que se pensava.
Renee disse que as novas descobertas devem fazer esquecer quaisquer dúvidas restantes sobre se um asteroide foi o fator principal no desaparecimento dos dinossauros. ‘Já mostrámos que estes eventos são síncronos até ao mais pequeno detalhe’, disse ele, ‘e, portanto, o impacto desempenhou claramente um papel importante na extinção.’ Isso não quer dizer, contudo, que o asteroide – que esculpiu a chamada cratera de Chicxulub – foi a única causa da extinção dos dinossauros.
O tamanho da cratera indicava que o que quer que seja que a tivesse criado tinha cerca de 6 milhas (10 quilómetros) de diâmetro. Se um asteroide desse tamanho colidisse com a Terra teria tido consequências devastadoras, incluindo ondas destrutivas de pressão, incêndios globais, tsunamis e uma ‘chuva’ de rocha fundida a reentrar na atmosfera. Além disso, ‘muito material em partículas adicional teria ficado à tona na atmosfera por semanas, meses, talvez anos, bloqueando a radiação solar incidente e matando, assim, a vida vegetal e causando quedas catastróficas em temperaturas’, explicou Hans-Dieter Sues, paleontólogo do Museu Smithsoniano Nacional de História Natural, em Washington, DC. A teoria do vulcanismo uma vez abandonada tem visto um renascimento da sua sorte nos últimos anos, no entanto, como resultado de novas perspetivas sobre um período de sustentada atividade vulcânica antiga na Índia e a descoberta de que a diversidade de dinossauros podia já ter vindo a diminuir antes do asteroide”.
Depois da pesquisa em torno da ciência resolvi começar a pesquisar nos documentos religiosos, denominados de sagrados, e me detive na ‘Bíblia Cristã’ onde encontrei fenômenos provocados pelas atitudes humanas, os mais conhecidos são o ‘Dilúvio’ e a destruição de Sodoma e Gomorra. Sobre o ‘Dilúvio’ encontrei um texto interessante na Infopédia, Dicionário Porto Editora, que transcrevo partes:
“O mito universal do Dilúvio é descrito na tradição de muitas civilizações. A mais conhecida versão desse mito encontra-se na Bíblia, no episódio da Arca de Noé (Génesis, 6-9). Segundo a tradição, houve uma época em que o mundo era dominado pela maldade e pela violência, pelo que Deus resolveu fazer desaparecer da terra todos os vícios humanos, aniquilando para tal o homem e os animais.
Porém, Noé, o nono descendente de Adão, homem justo, foi escolhido por Deus para construir uma grande arca fechada, com uma única porta, por onde ele deveria entrar com a mulher, os três filhos Sem, Ham e Japeth e as suas três noras. Com eles deveriam ir um macho e uma fêmea de todas as espécies animais do mundo. Deus disse a Noé que, passados sete dias sobre a entrada de todos na arca, choveria na terra, durante quarenta dias e quarenta noites, exterminando, através de um dilúvio, a vida à face da terra.”
Sobre Sodoma e Gomorra o texto que me agradou foi o publicado pela revista Isto É – Dinheiro em 20/10/21, sob o título ‘Sodoma e Gomorra existiram e foram destruídas por Deus?’, Transcrevo partes do texto
“De acordo com a Bíblia, não só existiram, como a sua população era ‘pecadora’ (Gênesis, 13:13; Isaías, 3:9), e foram destruídas com fogo e enxofre caídos do céu (Deuteronômio, 1). Os cientistas britânicos Alan Bond, diretor da empresa de propulsão espacial Reaction Engines, e Mark Hempsell, especialista em astronáutica da Universidade de Bristol, decifraram as inscrições cuneiformes de uma tabuleta de argila datada de 700 a.C.
Eles concluíram se tratar do testemunho lavrado por um astrônomo sumério descrevendo a passagem de um asteroide cujas características se assemelham à chuva de fogo que arrasou as cidades de Sodoma e Gomorra. A tabuleta foi descoberta nas ruínas de Nínive por Sir Henry Layard em meados do século XIX. É conservada no British Museum de Londres. Ela é conhecida como “Planisfério” e há 150 anos os cientistas vêm disputando sobre seu verdadeiro significado.”
Como o leitor pode perceber os únicos casos de tragédias climáticas em decorrência de ações humanas são as citadas em textos religiosos, mesmo assim, sem provocar a extinção integral da humanidade ou das espécies viventes. Os animais foram salvos por Noé com a preservação de um casal de cada espécie no barco construído por inspiração e orientação ‘Divina’. Quantos às espécies vegetais, elas sobreviveram à enchente, da mesma forma que acontece nos dias de hoje.
Portanto, os argumentos utilizados pelos ambientalistas europeus, muito bem remunerados, sobre a extinção da humanidade e suas obras por nossas ações, além de serem frágeis e contestados pela mor parte da comunidade científica do mundo, carecem de qualquer precedente histórico ou arqueológico. Os que acreditam nas teses dos ‘cientistas oficiais’ da ONU apenas o fazem por mera crença no que é divulgado ou outros interesses. O futuro nos dará a verdade. Talvez a ONU, esteja dando ‘guarida em alguma guarita’ secreta a um novo ‘profeta’ que predisse que o ‘apocalipse bíblico’ está próximo, quem sabe?