O assunto da semana foi, sem dúvida, a possibilidade de “reinfecção” por COVID-19. Tema que atualmente domina os noticiários internacionais, depois que cientistas de Hong Kong confirmaram o primeiro caso, seguido da Bélgica, Holanda e inclusive do Brasil.
A Organização Mundial da Saúde diz que o caso de Hong Kong pode ser o único em 23 milhões. E que não é motivo para pânico, caracterizando esta possibilidade como controvertida.
Uma discussão sobre um tema ou uma opinião, em que são debatidos argumentos opostos e geralmente acalorados; um debate; uma polêmica, um tema que suscita dúvidas! As pessoas perguntam, é possível ser reinfectado por coronavírus?
Na verdade, a gente não sabe até onde pode ser possível, já que o vírus está sofrendo mutações e não podemos confundir uma recaída, causada pela infecção, com “reinfecção”, já que o vírus faz abrigo no organismo por durante muito tempo.
O Brasil pode ter 23 casos de reinfecção, que estão sob investigação. Uma técnica de enfermagem pode ter sido reinfectada por COVID-19. Cientistas brasileiros dizem que, isso é extremamente raro, mas é possível!
E diante do tema controvertido, o Presidente da República Jair Bolsonaro voltou esta semana a defender a utilização da hidróxicloroquina, apesar de não ter comprovação científica da eficácia do fármaco. Outro tema em que há controvérsias!
Na semana passada falamos aqui dos testes com as vacinas de Oxford, Sputnik V, da Rússia e outras, como notícias alvissareiras para conter a pandemia no mundo inteiro. Mas não podemos imaginar que uma vacina já foi criada e o problema foi resolvido de bate pronto!
A gente não sabe até que ponto tudo isso pode ser verdade ou não, tem muita coisa ainda sendo descoberta, então o melhor que se tem a fazer é exagerar nos cuidados. Não é momento de ninguém pensar que está protegido e relaxar, correndo o risco de uma nova infecção.
Edinho Duarte
Jornalista, Pedagogo e ex-deputado estadual.