A decisão foi confirmada pelo Ministério Público Federal do Amapá (MPF-AP) que foi autor da ação.
O homem foi preso em flagrante, em 2016, na Operação Child Net 2. Com ele a polícia encontrou 60 gigas de conteúdo relacionado a pedofilia e também no celular pessoal do condenado foram descobertos grupos de compartilhamento do matéria ilícito.
“Cerca de 1 mil arquivos estavam armazenados apenas no computador pessoal. Grupos de aplicativos de mensagem – com a finalidade de compartilhar materiais de cunho sexual infanto-juvenil – foram encontrados no celular do sentenciado”, detalhou o MPF, em nota.
O condenado também terá que pagar multa de R$ 12 mil.
Durante o processo, o réu negou a intenção de repassar o conteúdo e que desconhecia o compartilhamento automático, mesmo sendo graduado na área de informática.

