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A Gazeta do Amapá > Blog > Internacional > Polícia da Itália faz buscas nas sedes da Dolce & Gabbana, Versace e Prada em investigação sobre abusos trabalhistas
Internacional

Polícia da Itália faz buscas nas sedes da Dolce & Gabbana, Versace e Prada em investigação sobre abusos trabalhistas

Redação
Ultima atualização: 4 de dezembro de 2025 às 09:06
Por Redação 2 meses atrás
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Pessoas caminham em frente a uma loja da Prada, na Galleria Vittorio Emanuele II, em Milão, na Itália. — Foto: Yara Nardi/Reuters
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A polícia italiana realizou nesta quarta-feira (3) buscas nas sedes de 13 marcas de moda de luxo do país e internacionalmente conhecidas, entre elas Dolce & Gabbana, Gianni Versace, Prada.

Conteúdos
Governo quer proteger o “Made in Italy”Longa lista de documentos

A operação, segundo documentos judiciais, foi feita para recolher documentos sobre governança e controle da cadeia de fornecimento, no âmbito de uma investigação sobre suspeita de exploração de trabalhadores em oficinas terceirizadas.

Nenhuma dessas empresas está sob investigação, e os promotores não pediram a imposição de administração judicial para nenhuma delas, de acordo com as ordens vistas pela Reuters. As marcas que receberam ordens para apresentar documentos são:

  • Dolce & Gabbana;
  • Gianni Versace;
  • Prada;
  • Adidas;
  • Off-White;
  • Missoni;
  • Ferragamo;
  • Givenchy;
  • Alexander McQueen;
  • Gucci;
  • Yves Saint Laurent;
  • Cris Conf. (Pinko) e
  • Coccinelle.

Nos últimos dois anos, outros cinco grupos de moda de alto padrão foram colocados sob esse tipo de administração e a mesma medida foi solicitada para um sexto, em uma série de casos que manchou a imagem de alguns dos maiores nomes do setor.

As 13 marcas foram envolvidas na apuração porque, durante dezenas de inspeções em oficinas de propriedade de chineses — que levaram os promotores de Milão a solicitar ou impor administração judicial às seis empresas — a polícia também encontrou peças e documentos de subcontratação relacionados a essas outras marcas.

A operação de quarta-feira (3) foi conduzida pela unidade trabalhista dos Carabinieri em Milão, com apoio de agentes em Florença, Parma e Varese. Os promotores não pediram administração judicial para as 13 porque as quantidades de seus produtos encontradas nas oficinas chinesas inspecionadas eram menores, mostram os documentos.

O objetivo das solicitações, segundo documentos judiciais analisados pela Reuters, é permitir que os promotores avaliem até que ponto as 13 empresas estiveram envolvidas no uso de mão de obra explorada e se seus modelos de compliance e governança são adequados para prevenir abusos.

Depois de entregarem o material solicitado, as 13 empresas poderão corrigir, por iniciativa própria, quaisquer problemas identificados, ajustando seus modelos organizacionais. Caso não o façam, os promotores de Milão se reservam o direito de adotar novas medidas preventivas ou cautelares, mostram os documentos.

Governo quer proteger o “Made in Italy”

Investigações conduzidas por magistrados italianos revelaram exploração generalizada de trabalhadores na cadeia de suprimentos dos setores de moda e luxo.

O ministro da Indústria da Itália, Adolfo Urso, disse em outubro que o governo havia apresentado um projeto de lei para criar uma certificação legal para empresas de moda.

Pela iniciativa, as marcas, inclusive as alvo de ações judiciais, poderiam obter certificação preventiva de terceiros quanto à conformidade legal de suas cadeias de suprimentos.

“Com essa medida, será possível garantir a segurança da cadeia de suprimentos da moda italiana, um orgulho do ‘Made in Italy’, e proteger sua reputação em todo o mundo”, afirmou Urso.

A Itália abriga milhares de pequenos fabricantes que respondem por cerca de 50% a 55% da produção mundial de bens de luxo, segundo cálculos da consultoria Bain.

Em maio, marcas italianas de moda assinaram um acordo com autoridades jurídicas e políticas para combater a exploração de trabalhadores.

Longa lista de documentos

As ordens de entrega de documentos incluem uma extensa lista do material que os promotores querem examinar.

Ela começa com documentos de governança: certidões completas e históricas de registro das empresas dos 13 grupos, contratos de prestação de serviços entre empresas do mesmo grupo e suas relações, organogramas corporativos, descrições de cargos de funcionários envolvidos na seleção, gestão e monitoramento de fornecedores, e atas de reuniões dos conselhos de administração e dos conselhos fiscais desde 2023.

Em seguida, passam aos sistemas de controle interno: procedimentos de credenciamento e monitoramento de fornecedores e instruções operacionais para o acompanhamento de contratados.

Depois vem a avaliação de riscos: o modelo de organização, gestão e controle, atas do órgão de supervisão, código de conduta, registro de denúncias (whistleblowing), lista de sanções disciplinares desde 2023 e registros de treinamentos.

Por fim, os promotores analisam a área de auditoria: plano de trabalho e conclusões da função de auditoria, listas de fornecedores e subcontratados, cópias de contratos assinados com as oficinas investigadas e eventuais sistemas de rastreamento de produtos.

Fonte: G1

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