“Fomos encarregados de construir uma Justiça ágil, rápida, que desse suporte aos anseios do povo amapaense e que facilitasse o seu acesso”, disse o desembargador Gilberto Pinheiro, decano do Tjap.
Reconhecida como uma das mais céleres e eficientes do país, a Justiça amapaense comemora os avanços conquistados em três décadas.
“Em 32 anos são incontáveis as realizações e transformações. E o resultado desse investimento tem sido fundamental para a afirmação e consolidação da Justiça do Amapá como referência nacional”, complementou o presidente do TJAP, desembargador Rommel Araújo, que compôs a primeira turma de juízes, empossada em 1991.
Os primeiros desenbargadores foram os magistrados:
- Dôglas Evangelista Ramos (aposentado);
- Honildo Amaral de Mello Castro (aposentado);
- Mário Gurtyev de Queiroz (aposentado);
- Gilberto de Paula Pinheiro;
- Luiz Carlos Gomes dos Santos (aposentado);
- Benedito Antônio Leal de Mira (in memorian).
Decano, Gilberto Pinheiro, que também é historiador, relembra como foi composta a primeira turma de desembargadores do estado.
“A primeira composição foi formada por sete desembargadores, sendo cinco juízes, um promotor e um advogado. Estes foram os fundadores deste tribunal, nomeados pelo então governador do estado, nosso saudoso comandante Annibal Barcellos”, destacou.
O primeiro presidente foi o desembargador Dôglas Evangelista, que designou os desembargadores Mário Gurtyev e Gilberto Pinheiro para conduzir a instalação das comarcas do interior do estado.
“Eu era juiz em Brasília e fui convidado para ajudar a montar a Justiça do estado, e logo fiquei entusiasmado e aceitei, pois esta oportunidade de poder instalar o Judiciário em determinado local é algo que acontece para um percentual mínimo de magistrados”, comentou o desembargador aposentado Mário Gurtyev.
Com informações do Tjap

