Segundo a denúncia, o procedimento estético foi feito em mais de uma sessão, sendo a primeira no dia 29 de agosto, dia em que Silvia recebeu os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, no valor de R$ 100 mil.
O MP Eleitoral apresentou comprovantes de transferências bancárias e de pagamentos feitos à clínica. A responsável pela hamonização também prestou depoimento. Sílvia responde por gasto ilícito de dinheiro público.
Concorrendo pela primeira vez em uma eleição, a candidata bolsonarista se declara indígena e recebeu 5.435 votos (1,28%), sendo eleita por média. Ela é militar da reserva e também atuou no governo de Jair Bolsonaro, quando assumiu a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, em 2019.
O Ministério Público Eleitoral pede que o diploma de deputada federal para Silvia não seja expedido, ou a cassação do documento caso já tenha sido outorgado, por prática de gastos ilícitos de recurso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2022.

