“Minhas posições políticas sempre foram muito claras, por isso, juntamente com outros colegas senadores do PSD, decidi apoiar o senador @rogeriosmarinho à Presidência do Senado Federal”, postou em suas redes sociais.
A disputa voto a voto segue acirrada. O PSD é a maior bancada da Casa, com 15 senadores, mas líderes do PL estimam que ao menos 7 votem no candidato adversário. Como a votação é secreta, nem todos os integrantes devem escolher o mesmo candidato apoiado pelo próprio partido. A eleição está marcada para esta quarta-feira (1º), às 16h.
Articulação
A articulação desastrosa de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) nas negociações de votos para Rodrigo Pacheco está desagradando e pondo em risco as chances do aliado se manter como chefe do Legislativo. Há queixas sobre os atropelos do político amapaense na negociação de espaços na mesa e nas comissões e isso está refletindo na postura dos colegas.
Para deixar uma nuvem ainda mais cinza sobre a cabeça de Alcolumbre, a relação com o seu partido, União Brasil ,está desgastada e ele pode deixar a legenda.
Alcolumbre mira na recondução ao comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a mais poderosa da Casa, mas também deve encontrar “pedras no caminho” com o surgimento de fortes concorrentes ao cargo. Ele ainda quer ir mais longe, voltando à presidência da Casa em 2025, plano que não agrada partidos aliados a Pacheco
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