O caso será encaminhado para uma comissão independente da liga inglesa, que vai investigar as possíveis violações. A investigação durou quatro anos.
As punições previstas nas regras da Premier League são perda de pontos, suspensão de jogos pelo tempo que a comissão achar necessário, recomendação de que uma partida seja jogada novamente ou até mesmo expulsão da liga (algo que nunca aconteceu na história).
Além disso, o texto também fala em pagar o que se deve, cancelar o registro de jogadores ou qualquer outra pena que a comissão considere apropriada. O entendimento é que se o Manchester City for culpado, não há possibilidade de os títulos serem revistos.
Essa é a acusação mais séria da história da Premier League em relação ao fair play financeiro. Entre 2009 e 2018, o City conquistou seis das oito taças do Campeonato Inglês. Esse caso é considerado mais grave do que o da Juventus, que já perdeu pontos no Italiano e pode perder ainda mais. Isso colocaria o clube na lanterna do campeonato.
Em julho de 2020, o City teve anulada uma suspensão de dois anos das competições de clubes da Uefa pelo Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) depois de inicialmente ser considerado culpado de “violações graves” dos regulamentos de fair play financeiro entre 2012 e 2016.
As regras da Premier League não dão direito ao City de apelar ao CAS, diferentemente do que aconteceu quando o clube seria punido pela Uefa. O argumento na época foi que o CAS disse que as acusações eram anteriores à validade a qual o órgão poderia julgar um clube. As infrações foram prescritas. Isso não tem validade na Premier League.
Com informações Diário Online

