Encontro-me senil por solidão…
mas, como não estar se nada fiz,
Para que eu fosse outra vez feliz,
sob esse céu sem fim do Maranhão!
mas, como não estar se nada fiz,
Para que eu fosse outra vez feliz,
sob esse céu sem fim do Maranhão!
Nem mesmo caminhando em direção,
do coração da velha São Luís,
e a brancura de toda a matiz
onde as areias do Olho D’água estão!
De tão desencontrado que eu me sinto,
o mar se foi, vai se fazer distinto
essa maré não vi…e mar, nem tento;
Posto que dele meus olhos eu tire,
na direção que o meu olhar se vire,
ele vai estar lá nesse momento!