Nem muito tempo, publicamos sobre a necessidade em ativarmos a curiosidade. Pareceu até, apenas uma aplicação útil a exercício de memórias; e seria… ou deveria ter sido uma lição levada em conta, assim evitando-se besteiras e leviandades inconsequentes.
A Amazônia sempre foi há anos e anos uma das dez palavras mais publicadas no mundo, posição segura, que só um pouco oscila quando surgem por aí guerras imbecis tipo Golfo, Ucrânia ou Palestinas. Estas últimas então, são craques, tanto em notícias como em semeadura de ódios.
Mas, cá entre nós, indiscutivelmente com guerra ou sem guerra, Amazônia é prato favorito ao paladar de nosso presidente e seu séquito, dito ambiental. Se lamenta, que apesar das paixões tão intensas e não recolhidas, ele ela e eles, não procurarem instrução para o ofício de seus deveres; sendo percebida em verdade, que seus desejos únicos são junto a ela aparecerem.
Muito interessante, que em passado recente, a presidência nos trouxe a cá, figura maior de um país, hoje também surfando em ondas da mídia: a Venezuela. Entretanto, sem cautela ou maiores explicações, precipitado como sempre, sequer avaliou o momento, consequências e desdobramentos. Em suma, “fudeu” com Maduro, vocabulário dele. Mas, é bom que todos saibam, o histórico venezuelano além de honrado é valioso para aquele povo. E o senhor Lula, em busca de liderança, se responsável, teria mais bem estudado a questão e esclarecimentos daria não só aos governantes outros que aqui estavam, mas a todo o povo brasileiro, promovendo assim um necessário respeito a nossos vizinhos.
A Venezuela, foi conquistada por espanhóis duros e de difícil lida, um tanto maus diria, assim como o foi Colombo, o Cristóvão, em que pese suas qualidades de conquistador, uma fera. Usava e abusava da mão de obra e trabalhos servis e como não havia ainda africanos a explorarem partiram para cima dos originários encontrados, que conhecemos como índios. E aí começou a desdita daquele país, duradoura até tempos modernos, com total domínio dos chegantes eurasianos sobre a massa ocupante.
Tais eventos chegaram a nos atingir, pois foi uma correria e fuga, vez que, não era a daqueles índios, plantarem cana de açúcar para gosto europeu. E muitos deles, macuxis, evadindo em disparada, acorreram ao Brasil, Roraima, ocupando e dando um cacete em nossos uapixanas (maior genocídio de índios contra índios no Brasil). Esquecida a história, apenas aguardaram novos tempos para surgir um também pouco cuidadoso Supremo, e lhes dar terra e território como direito por tradicionalidade. Horrorizados e obrigados, os uapixanas se dobraram incrédulos a uma terra comum, Raposa/Serra do Sol…
O domínio europeu na Venezuela através de descendentes, perdurou por alguns séculos até esbarrar em um coronel brotado entre submetidos, de nome Chaves. E aí é o que se viu e se vê até hoje, pois esses povos conquistados naquele passado representam ainda mais de setenta e quatro por cento daquela população e jamais ascendiam além do posto do mencionado Chaves. Entretanto, por e com ele, tornava-se finda a era dos brancos filhotes do Colombo.
Desnecessário dizer, que também na economia, tais nobres eurasianos eram donos de tudo, até dos amores comerciais norte-americanos. Por isso, no “States”, eles eram benvindos amigos sem vistos e nós brasileirada, povo de segunda classe.
Como governantes, sempre foram proprietários de toda a riqueza que lá existe, assim como o controle econômico, comunicações, e mais importante, apropriaram-se monopolizando a instrução e cultura necessária a tocar os bens naturais e a tecnologia da nação que se desenvolvia. Consequências revolucionárias aplicadas pelo Coronel índio, fizeram acontecer o que se viu. Defenestrados do poder e domínio do tesouro os ex senhores lá se foram e com eles os “gringos” parceiros, que acharam ruim mesmo. Putos, em resposta bloquearam internacionalmente todo o comercio, e tudo a que ela se referisse, do petróleo a transações do ouro produzido por garimpeiros brasileiros que lá estão. Ofendidos, rejeitando mudanças, muito erraram os norte-americanos, apesar de hoje arrependidos, ao vingativamente virar as costas, ao mais rico país em recursos naturais da América Latina.
Acredito que neste ponto, os venezuelanos tenham exagerado, como Lula, nunca antevendo tantos problemas. O resultado foi uma exemplar africanização na América Latina. Legados altamente ricos, mas sem operadores e técnicos capazes, parados e com muitos ascendentes a poderes sem os devidos preparos para uma Nação já exigente.
Mandatários venezuelanos, diferentes de nosso ministro da Justiça, não são comunistas, sequer esquerdistas, são apenas venezuelanos originários daquela terra e os que de lá saíram se foram pela crise econômica, somada as paralizações industriais e desenvolvimentistas por consequência do bloqueio do Tio Sam, coisa que lhes trouxe a fome.
Por sinal em tempos outros, fins dos 80’ existia em Moçambique um campo de refugiados cuidado por venerável entidade, Medecins Sans Frontieres, que se localizava em uma espetacular propriedade agrícola, antiga provedora e abastecedora de grãos, mas que por herança maldita dos senhores conquistadores, os então desafortunados, desconheciam o uso dos equipamentos existentes e da própria terra.
Tais heranças, africanas e europeias, deveriam hoje serem estudadas e compreendidas e não levadas a termo como casos políticos, pois eles sempre se apoiarão naquilo e em quem lhes sobrar, não importando a doutrina, tal como o faz a Venezuela. Bem por isso, hoje aliados do instante, com também interesses comerciais a tem provido de armas e aviões.
Bom que se saiba, pode não ser o melhor ou correto jeito de proceder, mas a pendência venezuelana por Essequibo, não estaria provocada à Guiana e sim a Inglaterra e seus corsários que tomaram com sacanagem tudo aquilo. Aliás, até de nós levaram pedação, Pirara, com rasteira em “herói” brasileiro inesquecível, Joaquim Nabuco.
Se houvera estudado, nosso Presidente saberia o que dizer e como convencer, não só aos expoentes latinos que aqui estiveram, mas até aos antagônicos faladores brasileiros sem causa.
Por sinal, acho que nosso presidente não está bem. Enfatizou muitas vezes, “nunca antes na história deste país” aconteceu no STF estar um comunista. Invenção dele essa, pois lá não é lugar de ideologias e outras políticas, mas sim de juristas, qualidades essas que o indicado possui para o cargo. Mais outra errada, que “ele está certo de que o recomendado prestará excelentes serviços ao povo brasileiro”, porém, ele, Lula que tem obrigação em fazer, o novo Ministro deverá sim, aplicar com rigor e isenção a Constituição e leis que regem a Nação e a sociedade.
Me sinto autorizado, não a ensinar, mas aconselhar a este mesmo presidente em relação a sempre notável Amazônia. As medidas tomadas sem critérios, sem nenhum conhecimento de causa, têm forjado males que mais tarde serão difíceis de controlar, como o sentimento de impunidade até assassino de autoridades e elevação a altíssimo nível de contrariedades sociais, dando não só abertura, mas simpatias a marginalidade e ao crime.
Mais importante que, como Presidente, consultasse, a quem informações e conhecimentos tenham a dar, e são muitos. Notadamente sendo seu dever, estar sempre cumprindo leis e Constituição, não desejando a Amazônia e o país como propriedades de suas quimeras. Que não mande repressões e homens fardados com armas letais, mas sim culturas e saberes através de quem honestamente os tem a dar. Assim, quem sabe, nunca chegaremos aos amargos exemplos africanos nem mesmo venezuelanos.
Nosso maior complicador a uma estabilidade econômica e social é o desencontro e preterição das qualidades gerenciais, mas, acredito e tenho fé, que bancos de escolas poderão ajudar a evitar erros monumentais e irreparáveis por ignorância.
BH/Macapá, 24/12/2023
Jose Altino Machado
P.s: um feliz natal aos brasileiros, com carinho especial a mineiros e amapaenses…
A Amazônia sempre foi há anos e anos uma das dez palavras mais publicadas no mundo, posição segura, que só um pouco oscila quando surgem por aí guerras imbecis tipo Golfo, Ucrânia ou Palestinas. Estas últimas então, são craques, tanto em notícias como em semeadura de ódios.
Mas, cá entre nós, indiscutivelmente com guerra ou sem guerra, Amazônia é prato favorito ao paladar de nosso presidente e seu séquito, dito ambiental. Se lamenta, que apesar das paixões tão intensas e não recolhidas, ele ela e eles, não procurarem instrução para o ofício de seus deveres; sendo percebida em verdade, que seus desejos únicos são junto a ela aparecerem.
Muito interessante, que em passado recente, a presidência nos trouxe a cá, figura maior de um país, hoje também surfando em ondas da mídia: a Venezuela. Entretanto, sem cautela ou maiores explicações, precipitado como sempre, sequer avaliou o momento, consequências e desdobramentos. Em suma, “fudeu” com Maduro, vocabulário dele. Mas, é bom que todos saibam, o histórico venezuelano além de honrado é valioso para aquele povo. E o senhor Lula, em busca de liderança, se responsável, teria mais bem estudado a questão e esclarecimentos daria não só aos governantes outros que aqui estavam, mas a todo o povo brasileiro, promovendo assim um necessário respeito a nossos vizinhos.
A Venezuela, foi conquistada por espanhóis duros e de difícil lida, um tanto maus diria, assim como o foi Colombo, o Cristóvão, em que pese suas qualidades de conquistador, uma fera. Usava e abusava da mão de obra e trabalhos servis e como não havia ainda africanos a explorarem partiram para cima dos originários encontrados, que conhecemos como índios. E aí começou a desdita daquele país, duradoura até tempos modernos, com total domínio dos chegantes eurasianos sobre a massa ocupante.
Tais eventos chegaram a nos atingir, pois foi uma correria e fuga, vez que, não era a daqueles índios, plantarem cana de açúcar para gosto europeu. E muitos deles, macuxis, evadindo em disparada, acorreram ao Brasil, Roraima, ocupando e dando um cacete em nossos uapixanas (maior genocídio de índios contra índios no Brasil). Esquecida a história, apenas aguardaram novos tempos para surgir um também pouco cuidadoso Supremo, e lhes dar terra e território como direito por tradicionalidade. Horrorizados e obrigados, os uapixanas se dobraram incrédulos a uma terra comum, Raposa/Serra do Sol…
O domínio europeu na Venezuela através de descendentes, perdurou por alguns séculos até esbarrar em um coronel brotado entre submetidos, de nome Chaves. E aí é o que se viu e se vê até hoje, pois esses povos conquistados naquele passado representam ainda mais de setenta e quatro por cento daquela população e jamais ascendiam além do posto do mencionado Chaves. Entretanto, por e com ele, tornava-se finda a era dos brancos filhotes do Colombo.
Desnecessário dizer, que também na economia, tais nobres eurasianos eram donos de tudo, até dos amores comerciais norte-americanos. Por isso, no “States”, eles eram benvindos amigos sem vistos e nós brasileirada, povo de segunda classe.
Como governantes, sempre foram proprietários de toda a riqueza que lá existe, assim como o controle econômico, comunicações, e mais importante, apropriaram-se monopolizando a instrução e cultura necessária a tocar os bens naturais e a tecnologia da nação que se desenvolvia. Consequências revolucionárias aplicadas pelo Coronel índio, fizeram acontecer o que se viu. Defenestrados do poder e domínio do tesouro os ex senhores lá se foram e com eles os “gringos” parceiros, que acharam ruim mesmo. Putos, em resposta bloquearam internacionalmente todo o comercio, e tudo a que ela se referisse, do petróleo a transações do ouro produzido por garimpeiros brasileiros que lá estão. Ofendidos, rejeitando mudanças, muito erraram os norte-americanos, apesar de hoje arrependidos, ao vingativamente virar as costas, ao mais rico país em recursos naturais da América Latina.
Acredito que neste ponto, os venezuelanos tenham exagerado, como Lula, nunca antevendo tantos problemas. O resultado foi uma exemplar africanização na América Latina. Legados altamente ricos, mas sem operadores e técnicos capazes, parados e com muitos ascendentes a poderes sem os devidos preparos para uma Nação já exigente.
Mandatários venezuelanos, diferentes de nosso ministro da Justiça, não são comunistas, sequer esquerdistas, são apenas venezuelanos originários daquela terra e os que de lá saíram se foram pela crise econômica, somada as paralizações industriais e desenvolvimentistas por consequência do bloqueio do Tio Sam, coisa que lhes trouxe a fome.
Por sinal em tempos outros, fins dos 80’ existia em Moçambique um campo de refugiados cuidado por venerável entidade, Medecins Sans Frontieres, que se localizava em uma espetacular propriedade agrícola, antiga provedora e abastecedora de grãos, mas que por herança maldita dos senhores conquistadores, os então desafortunados, desconheciam o uso dos equipamentos existentes e da própria terra.
Tais heranças, africanas e europeias, deveriam hoje serem estudadas e compreendidas e não levadas a termo como casos políticos, pois eles sempre se apoiarão naquilo e em quem lhes sobrar, não importando a doutrina, tal como o faz a Venezuela. Bem por isso, hoje aliados do instante, com também interesses comerciais a tem provido de armas e aviões.
Bom que se saiba, pode não ser o melhor ou correto jeito de proceder, mas a pendência venezuelana por Essequibo, não estaria provocada à Guiana e sim a Inglaterra e seus corsários que tomaram com sacanagem tudo aquilo. Aliás, até de nós levaram pedação, Pirara, com rasteira em “herói” brasileiro inesquecível, Joaquim Nabuco.
Se houvera estudado, nosso Presidente saberia o que dizer e como convencer, não só aos expoentes latinos que aqui estiveram, mas até aos antagônicos faladores brasileiros sem causa.
Por sinal, acho que nosso presidente não está bem. Enfatizou muitas vezes, “nunca antes na história deste país” aconteceu no STF estar um comunista. Invenção dele essa, pois lá não é lugar de ideologias e outras políticas, mas sim de juristas, qualidades essas que o indicado possui para o cargo. Mais outra errada, que “ele está certo de que o recomendado prestará excelentes serviços ao povo brasileiro”, porém, ele, Lula que tem obrigação em fazer, o novo Ministro deverá sim, aplicar com rigor e isenção a Constituição e leis que regem a Nação e a sociedade.
Me sinto autorizado, não a ensinar, mas aconselhar a este mesmo presidente em relação a sempre notável Amazônia. As medidas tomadas sem critérios, sem nenhum conhecimento de causa, têm forjado males que mais tarde serão difíceis de controlar, como o sentimento de impunidade até assassino de autoridades e elevação a altíssimo nível de contrariedades sociais, dando não só abertura, mas simpatias a marginalidade e ao crime.
Mais importante que, como Presidente, consultasse, a quem informações e conhecimentos tenham a dar, e são muitos. Notadamente sendo seu dever, estar sempre cumprindo leis e Constituição, não desejando a Amazônia e o país como propriedades de suas quimeras. Que não mande repressões e homens fardados com armas letais, mas sim culturas e saberes através de quem honestamente os tem a dar. Assim, quem sabe, nunca chegaremos aos amargos exemplos africanos nem mesmo venezuelanos.
Nosso maior complicador a uma estabilidade econômica e social é o desencontro e preterição das qualidades gerenciais, mas, acredito e tenho fé, que bancos de escolas poderão ajudar a evitar erros monumentais e irreparáveis por ignorância.
BH/Macapá, 24/12/2023
Jose Altino Machado
P.s: um feliz natal aos brasileiros, com carinho especial a mineiros e amapaenses…