Faleceu nesta terça-feira (22), o cantor e compositor Erasmo Carlos. Ele havia sido internado hoje de manhã no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas.
No início do mês, o artista comemorou a alta após duas semanas de internação no Barra D’Or para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica.
“Ressuscitei no Dia de Finados e tive alta do hospital! Obrigado a Deus, a todos que cuidaram de mim, rezaram por mim e se torceram pela minha recuperação… Essa foto com a Fernanda traduz como estamos felizes”, postou o cantor na ocasião.
Em dezembro de 2021, Erasmo ficou mais de uma semana internado no mesmo hospital após ser diagnosticado com Covid-19. A internação aconteceu por precaução, até pelo fato de o artista estar vacinado contra o vírus.
Conhecido por ser um dos pioneiros do rock brasileiro e por sua parceria com Roberto Carlos, ele deixa um grande legado para a música no Brasil. Foram 50 anos de estrada, mas de 500 canções e muitos sucessos, como “Além do Horizonte”, “É Preciso Saber Viver”, “O Bom”, que ultrapassam gerações e ficaram na memória do público.
Nascido e criado na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, Erasmo sempre foi apaixonado por música. A Bossa Nova e o rock’n’roll despertaram o artista que existia dento dele. Na vila onde morava, o cantor aprendeu a tocar violão com Tim Maia. Mais tarde, fez parte de um grupo que tinha Tim e Roberto Carlos, mas a banda foi desfeita após uma briga entre Tim e Roberto. Erasmo e Roberto tinham muitas coisas em comum como a paixão por Elvis Presley e torcer pelo Vasco da Gama.
Junto com Wanderléa e Roberto, Erasmo foi um dos principais representantes da Jovem Guarda, movimento musical e cultural dos anos 60 e 70.
O diretor Boninho fez um post nas redes sociais lamentando a morte:
Com informações da Istoé

