O sendor Randolfe Rodrigues (Rede-AP) informou que o Ministério Público Federal (MPF), atendendo a representação do parlamentar, moverá Ação Civil Pública contra o reajuste médio de 36,08% sobre a tarifa de energia elétrica no Amapá, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última terça-feira (13).
Pelas redes sociais, o senador confirmou uma reunião nesta sexta-feira (16), com a procuradora dos Direitos do Cidadão, Sarah Cavalcanti, para tratar sobre o assunto.
A maioria dos consumidores no Amapá deve pagar R$ 721,67 por megawatt-hora na conta de luz. A tarifa ‘mais cara’ já pode ser aplicada na próxima fatura pela CEA Equatorial, concessionária responsável pelo serviço no estado.
Atualmente, os amapaenses pagam R$ 539,81 por megawatt-hora. Apesar de alta, a tarifa no estado é a segunda mais barata do país.
Aqueles que utilizam a eletricidade em alta tensão, normalmente grandes empresas, fábricas e indústrias, o reajuste é de 44,87%. Já para quem consome em baixa tensão, a exemplo de casas, residências rurais e pequenos empreendimentos, o aumento será de 33,29%.
No estado são cerca de 120 mil unidades consumidoras atendidas pela Equatorial Energia desde 2021, quando ganhou a concessão. O faturamento anual da empresa é em torno de R$ 688 milhões.

