A superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Amapá, pede para as pessoas que recebam o material que entreguem no prédio da entidade na capital, para que sejam feitas análises. E que em hipótese alguma seja feito o plantio devido aos riscos a biodiversidade.
Segundo Victor Torres, superintendente do Mapa no Estado: “A importação de vegetais sem autorização pode introduzir pragas ou doenças que não existem ou estão erradicadas no país, além de causar prejuízos econômicos. Para evitar o risco fitossanitário, o Ministério atua no controle do e-commerce internacional com equipe dedicada a fiscalizar e impedir a entrada de material sem importação autorizada no país”.
A primeira moradora a encaminhar os pacotes ao Mapa foi a engenheira agrônoma Tânia Souza, ela relatou que sempre faz compras em sites chineses e recebeu a encomenda como se ela tivesse feito uma compra, os pacotes vieram identificados, com código de rastreio, como se ela tivesse realmente feito uma compra.
Ao contatar com o site para saber do que se tratava, a empresa não soube explicar o que teria acontecido.
Ainda de acordo com Tânia, o site declarou que o distribuidor teria feito uma cortesia ao dar as sementes.
A segunda moradora que recebeu as sementes é a funcionária pública Edla Ribeiro, que relatou que na casa dela os pacotes já estão chegando a tempo junto com compras que ela faz em sites internacionais.
A funcionária pública relatou que ainda pensou em plantar, mas viajou e quando voltou acabou ficando sem tempo para plantar e após saber que as plantas poderiam ser perigosas para a natureza local desistiu.
Ainda segundo Edla, os pacotes serão entregues ao Mapa na segunda-feira (5).
Em caso de recebimento dos pacotes com as sementes misteriosas faça a entrega no prédio do Mapa que fica localizado na Rua Tiradentes, número 469, centro.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

