Superado o prazo das convenções partidárias ficou definido quem serão os candidatos a suceder o governador Waldez Góes que se despede após conquistar 4 mandatos. Observando os nomes postos pelos partidos e coligações, o duelo certamente se dará entre o ex-prefeito Clécio Luís e o atual vice-governador Jaime Nunes. Clécio Luís traz na bagagem para o debate o seu desempenho como ex-prefeito da capital em 2 mandatos consecutivos. Jaime Nunes, por outro lado, traz para a mesa eleitoral sua performance como empresário bem sucedido e o bordão de que não é político profissional, num claro apelo de contraposição ao seu principal adversário.
Como dizem os narradores esportivos, chegou o momento de separar os homens dos meninos. Clécio Luís e Jaime Nunes não são atores somente de um embate político sazonal. Há neles a concreta esperança do povo amapaense de que o próximo governante faça uma gestão compatível com suas aspirações. Temos gargalos precários que o governante que sai e seus antecessores não puderam superar, sobretudo na saúde, na segurança e na geração de emprego e renda. Esse são os desafios que a população espera que sejam superados. Tanto Clécio Luís quanto Jaime Nunes precisam revelar como pretendem superar esses obstáculos históricos.
A verdade – como diz de forma professoral Ivan de Carvalho – é que “a administração pública precisa apresentar resultados positivos, deixar de ser a estrutura que presta favores públicos e se transformar numa máquina que realiza serviços públicos. Para que isso ocorra a população terá que saber escolher seus líderes, entre aqueles que prometem o impossível ou aqueles que se comprometem com o possível.” Assim, Clécio Luís e Jaime Nunes tem que ser sindicados em suas propostas de governo e em seus comportamentos anteriores que denotem se estão inclinados a se comprometer com um governo possível ou articular persuasão coletiva prometendo um governo impossível.
Uma boa maneira de sindicar os protagonistas principais desse duro jogo eleitoral é avaliar as alianças políticas construídas para disputar o pleito. Nelas o eleitor encontrará as marcas do compromisso de cada candidato. A composição dos palanques revelará se o povo amapaense tem alguma perspectiva de mudança ou se dará continuidade aos projetos políticos anteriores. A esperança é de que o eleitor vista a indumentária do compromisso cívico de votar para melhorar a sua vida e de seus semelhantes e não faça da eleição uma oportunidade para satisfazer interesses menores, aviltando, como diz Mauro Werkema, o valor do voto como arma principal da cidadania, onde há a singular oportunidade de julgar a conduta dos homens públicos para o bem coletivo. As opções, agora, estão ao alcance das mãos.
Como dizem os narradores esportivos, chegou o momento de separar os homens dos meninos. Clécio Luís e Jaime Nunes não são atores somente de um embate político sazonal. Há neles a concreta esperança do povo amapaense de que o próximo governante faça uma gestão compatível com suas aspirações. Temos gargalos precários que o governante que sai e seus antecessores não puderam superar, sobretudo na saúde, na segurança e na geração de emprego e renda. Esse são os desafios que a população espera que sejam superados. Tanto Clécio Luís quanto Jaime Nunes precisam revelar como pretendem superar esses obstáculos históricos.
A verdade – como diz de forma professoral Ivan de Carvalho – é que “a administração pública precisa apresentar resultados positivos, deixar de ser a estrutura que presta favores públicos e se transformar numa máquina que realiza serviços públicos. Para que isso ocorra a população terá que saber escolher seus líderes, entre aqueles que prometem o impossível ou aqueles que se comprometem com o possível.” Assim, Clécio Luís e Jaime Nunes tem que ser sindicados em suas propostas de governo e em seus comportamentos anteriores que denotem se estão inclinados a se comprometer com um governo possível ou articular persuasão coletiva prometendo um governo impossível.
Uma boa maneira de sindicar os protagonistas principais desse duro jogo eleitoral é avaliar as alianças políticas construídas para disputar o pleito. Nelas o eleitor encontrará as marcas do compromisso de cada candidato. A composição dos palanques revelará se o povo amapaense tem alguma perspectiva de mudança ou se dará continuidade aos projetos políticos anteriores. A esperança é de que o eleitor vista a indumentária do compromisso cívico de votar para melhorar a sua vida e de seus semelhantes e não faça da eleição uma oportunidade para satisfazer interesses menores, aviltando, como diz Mauro Werkema, o valor do voto como arma principal da cidadania, onde há a singular oportunidade de julgar a conduta dos homens públicos para o bem coletivo. As opções, agora, estão ao alcance das mãos.