BONNER, o PLAYBOY, autêntico representante da supremacia branca, trocando sentimentalismo com o BOY da periferia.
Que patético! Aos olhos dos internautas, ele busca tornar-nos todos iguais, centro e periferia, à base de palavrório. Pieguice de saltar os olhos, ele disfarça a larga diferença de status entre eles, através de educação, “finesse” e gentilezas vazias, originária da aristocracia européia, que não vivenciou.
O seu gesto agrada brancos e pretos, ricos e pobres, mas é puro ardil dos primeiros, vendendo a falsa imagem de humanista como esse indivíduo, pois a maioria dessa gente eleitora de LULA quer distância desse povo; a empobrecida “burguesia socialista”, não perde a pose; não gosta de preto nem de pobre; é tudo mis-en-scène.