Neste 7 de setembro vivenciamos o maior espetáculo da democracia, depois das eleições nas quais os cidadãos elegem seus representantes do Poder Legislativo e Executivo, a manifestação popular.
Comemorava-se os 200 anos da Independência do Brasil. As principais cidades lotaram de pessoas, de todas idades, com bandeiras, camisas verde e amarelas, de maneira pacífica, ordeira, como deve ser uma comemoração de tamanha importância.
Por óbvio, os simpatizantes do representante maior da nação aproveitaram o evento para demonstrar ao Presidente que o apoiam como candidato à reeleição.
A força e a presença maciça dos apoiadores do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, tornaram, talvez, o maior evento popular, de forma gratuita (sem cachês e pães com mortadelas), que já se vira no Brasil.
A oposição e certos veículos de imprensa, incomodados com cenário verde e amarelo de milhares de pessoas, investiram contra a pessoa do Presidente, ao pífio argumento de que este estava usurpando o 7 de setembro para uso de Campanha Eleitoral.
Ora, estamos vivenciando um período de campanha eleitoral e não há como desassociar a figura do Presidente e do candidato à reeleição, isto seria utópico, fantasioso, sem nenhuma correspondência com a realidade política de nosso país.
Não se viu, como alguns esperavam e acreditavam, nenhum ato de vandalismo. Por certo, grande parte das pessoas que compareceram, não somente em Brasília e no Rio de Janeiro (nas quais o Presidente da República esteve presente), mas em todos os municípios, cidades e estados da Federação, o fizeram por iniciativa própria, por amor à pátria e à família, valores defendidos pelo atual Governante.
A exibição de um oceano de indivíduos de verde e amarelo, diversos deles usando camisas estampadas com o rosto do Presidente Jair Bolsonaro e a quantidade de fotos nas redes sociais, demonstrou o orgulho do comparecimento à manifestação, provando, ao contrário de algumas alegações, que são cidadãos, não robôs.
A pacificidade, a forma ordeira de como aquela multidão se comportara, o compromisso com a liberdade, o comparecimento espontâneo de cidadãos de todas as idades e classes sociais, jogam por terra o argumento de discursos de ódio do Presidente.
A manifestação foi uma exibição democrática da liberdade de expressão e exteriorização de apoio à reeleição do Presidente da República.
Os cidadãos cumprimentavam seus semelhantes, gritavam o nome do nosso país e do Presidente, apenas por estarem presentes e defenderem o mesmo ideal, em real exibição de civilidade.
Nunca se vira uma confraternização desta magnitude, despertando inveja em adversários políticos, que sequer podem sair à rua.
O candidato Lula, em infeliz discurso, falou que o encontro estava parecendo Ku Klux Klan: “Foi uma coisa muito engraçada, que no ato do Bolsonaro parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz”
“Não tinha negro, não tinha pardo, não tinha pobre, não tinha trabalhador. O artista principal era o velho da Havan [o empresário Luciano Hang], que parecia como se fosse o Louro José participando ativamente da campanha do Bolsonaro”, declarou o ex-presidente.
Efetivamente, Lula não se dignou sequer a observar as imagens das manifestações, passando a agredir parcela significante da população apenas por exteriorizarem seu apoio à Bolsonaro, típico de pessoas que apoiam países ditatoriais, não aceitando opiniões contrárias aos seus interesses. O choro é livre, já diz o ditado popular.
Em tempos de censura, nos quais processam deputados por suas palavras, representante de partidos, cerceiam as mídias sociais, fazem buscas e apreensões nas residências de empresários por conversas vazadas de WhatsApp, o dia da independência restou claro que podem calar uma ou mais pessoas, mas nunca uma multidão.
Tenho Dito!!!
Comemorava-se os 200 anos da Independência do Brasil. As principais cidades lotaram de pessoas, de todas idades, com bandeiras, camisas verde e amarelas, de maneira pacífica, ordeira, como deve ser uma comemoração de tamanha importância.
Por óbvio, os simpatizantes do representante maior da nação aproveitaram o evento para demonstrar ao Presidente que o apoiam como candidato à reeleição.
A força e a presença maciça dos apoiadores do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, tornaram, talvez, o maior evento popular, de forma gratuita (sem cachês e pães com mortadelas), que já se vira no Brasil.
A oposição e certos veículos de imprensa, incomodados com cenário verde e amarelo de milhares de pessoas, investiram contra a pessoa do Presidente, ao pífio argumento de que este estava usurpando o 7 de setembro para uso de Campanha Eleitoral.
Ora, estamos vivenciando um período de campanha eleitoral e não há como desassociar a figura do Presidente e do candidato à reeleição, isto seria utópico, fantasioso, sem nenhuma correspondência com a realidade política de nosso país.
Não se viu, como alguns esperavam e acreditavam, nenhum ato de vandalismo. Por certo, grande parte das pessoas que compareceram, não somente em Brasília e no Rio de Janeiro (nas quais o Presidente da República esteve presente), mas em todos os municípios, cidades e estados da Federação, o fizeram por iniciativa própria, por amor à pátria e à família, valores defendidos pelo atual Governante.
A exibição de um oceano de indivíduos de verde e amarelo, diversos deles usando camisas estampadas com o rosto do Presidente Jair Bolsonaro e a quantidade de fotos nas redes sociais, demonstrou o orgulho do comparecimento à manifestação, provando, ao contrário de algumas alegações, que são cidadãos, não robôs.
A pacificidade, a forma ordeira de como aquela multidão se comportara, o compromisso com a liberdade, o comparecimento espontâneo de cidadãos de todas as idades e classes sociais, jogam por terra o argumento de discursos de ódio do Presidente.
A manifestação foi uma exibição democrática da liberdade de expressão e exteriorização de apoio à reeleição do Presidente da República.
Os cidadãos cumprimentavam seus semelhantes, gritavam o nome do nosso país e do Presidente, apenas por estarem presentes e defenderem o mesmo ideal, em real exibição de civilidade.
Nunca se vira uma confraternização desta magnitude, despertando inveja em adversários políticos, que sequer podem sair à rua.
O candidato Lula, em infeliz discurso, falou que o encontro estava parecendo Ku Klux Klan: “Foi uma coisa muito engraçada, que no ato do Bolsonaro parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz”
“Não tinha negro, não tinha pardo, não tinha pobre, não tinha trabalhador. O artista principal era o velho da Havan [o empresário Luciano Hang], que parecia como se fosse o Louro José participando ativamente da campanha do Bolsonaro”, declarou o ex-presidente.
Efetivamente, Lula não se dignou sequer a observar as imagens das manifestações, passando a agredir parcela significante da população apenas por exteriorizarem seu apoio à Bolsonaro, típico de pessoas que apoiam países ditatoriais, não aceitando opiniões contrárias aos seus interesses. O choro é livre, já diz o ditado popular.
Em tempos de censura, nos quais processam deputados por suas palavras, representante de partidos, cerceiam as mídias sociais, fazem buscas e apreensões nas residências de empresários por conversas vazadas de WhatsApp, o dia da independência restou claro que podem calar uma ou mais pessoas, mas nunca uma multidão.
Tenho Dito!!!