• Uma boa Administração Pública é o fator determinante para o povo usufruir do direito à educação, à segurança pública, às oportunidades de trabalho e aos tratamentos de saúde.
• Então necessário se faz nós ficarmos atentos a quem são as pessoas que escolheremos para administrar nossas cidades, estados e o país.
• Por ter conhecimento de que no processo de atendimento da saúde do cidadão a tendência é a informatização das centrais de regulação, assim como a comunicação entre o cidadão e os servidores públicos, dediquei tempo e trabalho para gerar soluções, algumas implantadas e outras abandonadas por falta de interesse dos que me sucederam.
• Trabalhei junto ao MCTIC para viabilizar os procedimentos acima referidos, pois é necessário haver a tecnologia e os profissionais capacitados não somente em operar a tecnologia, mas também que entendam como é feita a regulação e os processos de comunicação entre o povo e a Administração Pública.
• No entanto, após deixar o mandato em janeiro de 2019, não houve continuidade desta ação, como de tantas outras. Assim, soluções como o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), que permite que médicos possam consultar o histórico do indivíduo na atenção básica, com informações de diagnósticos, atendimentos, exames e medicações passadas, além de o profissional ter condições de checar se a medicação que ele pretende recomendar está disponível na Central de Medicamentos, não foi implantado.
• Aqui preciso fazer uma importante revelação, não foi implantado porque os atuais gestores do Amapá não quiserem implantar, pois os recursos, o dinheiro para a implantação do programa, eu já havia obtido e disponibilizado para o PRODAP, na ocasião em que exercia mandato.
• O fato que constato com tristeza é que ninguém deu sequência ao meu trabalho parlamentar e o INTERNET PARA TODOS não está implantado. Também não foram disponibilizados os demais programas para os quais consegui recursos, na ordem de 6 milhões de reais, junto ao MCTIC, que não foram entregues a população.
• Faço questão de enfatizar que a Administração Pública depende de escolha do eleitor. E a escolha é feita pelo VOTO POPULAR.
• Logo escolher representantes qualificados e compromissados com o interesse da comunidade é nosso dever e obrigação como eleitores responsáveis, pois são os eleitos, pelo voto, que decidem as regras do como e quanto do dinheiro público será aplicado nas ações em defesa dos direitos humanos, por exemplo.
• Mas não é somente isso, os eleitos pelo voto também são encarregados de administrar a execução das ações que geram a educação, a segurança, as oportunidades de trabalho e a oferta ao direito de tratar da saúde.
• Nesse contexto, a má gestão e corrupção na Administração Pública gera muitos problemas, até mortes, como ocorreu por ocasião da pandemia causada pelo coronavírus; mas não somente na pandemia. Todos os que procuram o serviço público de saúde no Amapá sabem das dificuldades para ser atendido. E com qualidade, é impossível na rede de saúde pública estadual.
• Dentre outros trabalhos que defendi na saúde, desde 2014, consta a efetivação do contido na portaria nº 1.559/2008, que instituiu a Política Nacional de Regulação do SUS. Essa portaria estabelece a regulação das vagas disponíveis para consultas, exames, internações e demais procedimentos, colocando ao alcance dos cidadãos o conhecimento sobre a disponibilidade de vagas e, ainda, o registro da procura, gerando, assim, dados para o gestor programar a oferta de serviços com maior procura.
• Então, por que não acontece o atendimento de qualidade e apropriado para aliviar a dor e salvar vidas? Por falta de transparência e de uma gestão responsável. E, principalmente, porque há falta de continuidade nos programas que trazem soluções.
• Infelizmente, o voto trocado por materiais, cargos e dinheiro, ESTÁ CUSTANDO MUITAS VIDAS E MUITOS PROJETOS DE REALIZAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL.