• Assistimos em nosso estado um fenômeno que se espalha por todo o país, o início do reconhecimento da importância da participação feminina nas mais diversas áreas de atividades.
• A organização parceira da Tearfund, Diaconia, ajudou mulheres no Brasil a alcançar o sucesso econômico e ter uma voz no Nordeste do País.
• “A vida pode ser dura na região semiárida do Brasil, especialmente para as mulheres. A falta de acesso à água e à terra faz com que a agricultura, uma das poucas atividades possíveis, especialmente às mulheres, seja uma árdua e quase impossível tarefa.
• Muitos homens e jovens migram para cidades à procura de trabalho. A cultura é dominada pelos homens, e as mulheres normalmente têm poucas oportunidades para ter uma renda ou voz.
• Tudo isso ocorre em um ambiente em que as mulheres estão obrigadas a contribuir para a renda familiar, fato que mudou o relacionamento dentro da maioria das famílias”.
• Ao sentirem a necessidade dos benefícios da renda das mulheres para suas famílias, os homens começaram a apoiar as esposas em seus empreendimentos.
• Há os maridos que chegam a exigir a contribuição financeira como requisito essencial para a vida do casal, inclusive com a utilização de instrumentos inadequados. Mas esse não é o tema desta matéria.
• A parceira da Tearfund, Diaconia, criou um projeto de três anos para ajudar “as mulheres do nordeste a ter sucesso econômico e tornarem-se mais empoderadas social e politicamente”. Merece aplausos.
• Contudo, ou como ocorre ao longo da História, algumas das mulheres se destacam, são exemplos. Isso em razão de uma capacidade especial para enfrentar dificuldades. Fato que gera nossa admiração e as tornam exemplos. Entre essas leoas podemos citar Regilene Gurgel, nascida no Amapá e filha de nordestinos, que começou a trabalhar muito cedo. Ela não precisou da parceria da Tearfund, Diaconia, que não chegou ao Amapá, Estado que seus pais adotaram e que ela ama,
• Regilene Gurgel exerceu atividades de camelô, marreteira; enfim, de trabalhadora. Hoje é Assistente Social e mãe de três filhos, todos amapaenses. Trata-se de uma mulher que cresceu e se desenvolveu exatamente igual a maioria de seus irmãos em Deus que vieram da região nordeste para o Amapá.
• Hoje, com filhos adolescentes, pequenos adultos, como ela afirma, Regilene Gurgel mostra sua coragem no exercício de atividades de lazer, a exemplo da pesca esportiva de mergulho, atividade exercida, quase sempre à noite, em rios e lagos da Amazônia, onde sucuris, poraquês e bagres enormes são parte integrante do meio ambiente e amedrontam a maioria dos homens.
• Essa mulher guerreira é parte e representante da significativa parcela de nossa gente amapaense que migrou do nordeste para o Amapá.
• Ela veio, viu e venceu. Hoje ajuda a sociedade com seu trabalho social e orgulha nordestinos e amapaenses que a reivindicam como filha de ambas as regiões em uma atitude de reconhecimento e valorização de seu pioneirismo.
Conheça mais sobre o trabalho que desenvolvi, como parlamentar, na página /DepMarcosReategui do facebook. Contribuições e questionamentos serão recebidos através do e-mail [email protected]