No agro brasileiro, somos perseguidos e vigiados diariamente por ONGs internacionais a serviço de países que concorrem conosco no mercado internacional e ambientalistas nacionais e estrangeiros, além, naturalmente, dos colaboracionistas. O mais grave é que todas as ações desses grupos e pessoas são baseadas no ideário surgido nos escuros corredores da ONU. Vejam bem: “Baseadas no ideário” – com teses científicas que responsabilizam os seres humanos pelas mudanças climáticas, ou seja, os critérios são absolutamente e absurdamente subjetivos, não importando em nenhum momento se os alimentos que produzimos são saudáveis.
Agora vamos tomar conhecimento do que a “futurologia científica” prevê para o futuro do nosso planetinha. Pedro Simões publicou em 13 de junho de 2017 um artigo com o título O que vai acontecer à nossa Terra no futuro? A seguir alguns trechos do que foi publicado:
“Quantas vezes damos por nós a pensar, como será o futuro? Como evoluirá a humanidade? De que mais seremos capazes de inventar? Com o surgimento da tecnologia, o mundo avança a passos largos e temos acesso a coisas que seriam impensáveis por alguns dos nossos antepassados mais próximos. Nós, os seres humanos somos os únicos animais a saber que o futuro existe, mas, apesar disso, ninguém pode dizer ao certo como ele será. Contudo, graças à avançada tecnologia é possível fazer previsões sobre como será a evolução do planeta Terra nos próximos 1 bilhão de anos. Aos mil milhões de anos a temperatura da Terra aumentará para, aproximadamente, 47ºc, fará da atmosfera uma estufa e apenas pertos dos polos poderá existir ainda algum tipo de vida. Esta é a previsão que foi feita, com base em muitos estudos e grande ajuda da tecnologia. Se assim será ou não realmente, sou capaz de prever que não iremos saber!?”
Diante da realidade da constatação da mudança do polo magnético da terra, a CNN publicou artigo, em 20/02/2021, de autoria de Amy Woodyatt que transcrevo alguns trechos.
“A inversão dos polos magnéticos da Terra, somada a um colapso temporário do campo magnético terrestre há cerca de 42 mil anos, pode ter desencadeado uma série de mudanças ambientais, tempestades solares e a extinção dos neandertais, de acordo com um novo estudo. O campo magnético da Terra nos protege, agindo como um escudo contra o vento solar (uma corrente de radiação e partículas carregadas emitida pelo Sol). No entanto, o campo geomagnético não é estável em termos de força e direção, e tem a capacidade de girar ou se inverter. Há cerca de 42 mil anos, em um período conhecido como Evento de Laschamp, os polos fizeram essa inversão temporária por cerca de 800 anos, mas os cientistas ainda não tinham certeza se e como isso impactou a vida na Terra. Os pesquisadores descobriram que a inversão levou a “profundas mudanças climáticas”. O modelo demonstrou que o crescimento da camada de gelo e das geleiras na América do Norte, bem como as mudanças nos principais cinturões de vento e sistemas de tempestades tropicais, pode ser rastreada até o período da inversão dos polos magnéticos, que os cientistas chamaram de Evento de Adams. “O campo magnético da Terra quase desapareceu e praticamente abriu o planeta para todas essas partículas de alta energia do espaço sideral. Deve ter sido uma época muito assustadora, quase como o fim dos tempos”, comentou Turney. Os pesquisadores disseram que o Evento de Adams pode explicar muitos dos mistérios evolutivos da Terra, incluindo a extinção dos neandertais e o súbito aparecimento generalizado da arte figurativa em cavernas em todo o mundo. O fenômeno teria causado alguns eventos dramáticos e impressionantes. Antes do Evento de Adams, o campo magnético da Terra caiu para de 0 a 6% de sua força, enquanto o Sol teve longos períodos de mínima atividade solar.”
Estou torcendo que não haja a inversão total dos polos magnéticos, todavia, o caminhar nessa direção é uma jornada demorada e o que foi constatado agora é que a mudança do nosso polo magnético já começou e, naturalmente as mudanças no comportamento do planeta estão ocorrendo. O que sabemos é o que vimos testemunhando e o fato de que a causa do derretimento das geleiras no Polo Norte não são as mudanças climáticas e sim a movimentação atípica do magma em uma região onde a crosta terrestre é mais fina. É bom que todos saibam que estou investigando que são os responsáveis pelo deslocamento do polo magnético e a mudança do fluxo do magma do centro do planeta.
Voltemos ao nosso agro, cujo futuro, para o bem ou para o mal, está diante de tanta insegurança jurídica em razão de decisões do STF e projetos de leis tramitando no Congresso. Uma coisa é certa: quem está construindo o amanhã do agro não somos nós que trabalhamos para que não pare, porque dependemos das decisões de ministros do STF e parlamentares federais. Estamos assistindo estáticos e ansiosos de mãos sujas de terra e pés sujos de lama a concretização da Lei de Murphy.