Daí é um troca-troca, ou melhor, uma reorganização dos blocos econômicos, havendo mudanças abruptas nas diretrizes globais e imposições súbitas sobre nações, sem nenhuma preparação e orientação adequadas àqueles viventes subordinados.
Geralmente, as consequências saem devastando a economia e a sociedade daqueles países. Há imposição de sanções econômicas, comerciais ou outras medidas restritivas “legais”, sem qualquer estratégia de transição.
Tudo isso pode e leva às recessões, desemprego e instabilidade social.
Falta, talvez, preparo e planejamento para esse tipo de transição socioeconômica. Sem ele, fica arriscado implodir um colapso nos setores produtivos, além de desequilíbrios comerciais, resultando numa queda do padrão de vida da população.
Essencial seria que as nações considerassem cuidadosamente as implicações de suas ações e adotassem abordagens mais graduais e inclusivas, antes de implementarem suas políticas econômicas.
O cenário global, a cooperação internacional, o diálogo e a diplomacia desempenham um papel crucial na mitigação dos impactos negativos das alterações nas diretrizes globais e nas imposições econômicas.
É claro que depende da construção de alianças estáveis e de planejamento estratégico, focados no equilíbrio e no benefício para TODAS as partes envolvidas.
As táticas estratégicas são próprias e inerentes à geopolítica internacional. Esta abordagem pragmática, frequentemente empregada, tem raiz nas dinâmicas de poder e rivalidades que do sistema internacional.
Quando se dá a reorganização dos blocos econômicos, é expressiva a mudança súbita nas diretrizes globais e nas imposições abruptas sobre as nações. Surge, brota, emerge do chão um cenário de instabilidade econômica e social geral.
Além de outros fatores, há um fracasso notório em preparar e orientar adequadamente a transformação econômica dos civis. Colapsa, então, o bem-estar da população.
De exemplos a história é rica. A implementação repentina de novas e implacáveis sanções resultam frequentemente em tensões internas e externas, minando a paz e a prosperidade social.
Se a diplomacia e a cooperação internacional fossem instrumentos cruciais para minimizar os efeitos colaterais indesejados e promover uma transição econômica mais equitativa e estável, seria realmente percebida por uma construção de alianças duradouras.
Ainda que não durassem tanto, mas permanecessem baseadas em interesses compartilhados e valores comuns, representaria, ainda ssim, um caminho mais sensato, em meio às transformações geopolíticas e econômicas que tumultuam o cenário mundial.
O mal preparo traz uma série de impactos socioeconômicos negativos para às populações afetadas, que atacam vários setores da sociedade, aumentando a complexidade das consequências, tais como: instabilidade econômica, desemprego e redução de renda, desequilíbrios comercias, inflação e custos de vida elevados, descontentamento social e tensões, sucateamento da infraestrutura e dos serviços públicos e outros mais.
Isso leva a flutuações de preços, redução de investimentos estrangeiros e incerteza nos negócios, prejudicando a confiança dos investidores e a estabilidade econômica.
Ato contínuo, à medida que as empresas enfrentam dificuldades, recorrem à redução de mão de obra, para se adaptarem ao novo cenário, resultando em um aumento do desemprego e na diminuição da renda disponível para as famílias, negativando o padrão de vida.
No movimento “ladeira abaixo”, as restrições comerciais elevam os preços, impactando diretamente no custo de vida das famílias, especialmente daquelas com menor renda.
Por essa ciranda de horrores, o aumento do desemprego, a redução dos padrões de vida e a percepção de injustiça, nas políticas implementadas, podem alimentar protestos, apontando um culpado aqui, outro acolá, e inflamando agitação e retrocesso, entre os amigos e os inimigos.