À medida que janeiro se avizinha, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, faz uma espécie de pré-jogo da futura presidência. Sua participação na COP27, conferência que se realiza anualmente com as mais importantes lideranças mundiais, cujo objetivo é promover e estimular acordos fundamentais para a proteção do meio ambiente, deu para mensurar o esperado protagonismo do Brasil nos grandes debates mundiais. O carisma internacional do novo presidente, sujeito de elogios rasgados das lideranças presentes no evento, abre ensejo para que o brasileiro tenha esperança de dias melhores.
No ambiente interno, todavia, ainda há as resistências ao resultado das eleições, com a horda de insatisfeitos se aglomerando em frente aos quarteis e praticando ações antidemocráticas violando o sagrado direito de ir e vir, como se se essas ações fossem eficazes para modificar o resultado das urnas. Esse fenômeno, patrocinado por empresários fanáticos, que até então estavam distantes do debate político, deve ser objeto de preocupação do novo presidente. O desafio da nova gestão nacional é fazer com que os resistentes compreendam que o resultado das eleições não pode ser óbice à governança sadia que interessa à toda coletividade.
O atual mandatário que perdeu as eleições, insiste na postura de abandonar o cargo, numa atitude reprovável, estimulando ainda mais os resistentes à prática da balbúrdia. Alguns militares, avessos os deveres da farda, também se comportam como mobilizadores de atos antidemocráticos. Os ministérios sofreram um efeito paralisante com o resultado das urnas e as ações governamentais experimentam uma grave ofensa ao princípio da continuidade no serviço público. Esse conjunto de atos preocupam e são gargalos que o novo presidente precisa enfrentar com cautela e estratégia.
Na verdade, durante todo governo do atual presidente, houve um estimulo à ideia de uma intervenção militar que entranhou no inconsciente coletivo dos adeptos da ideologia de extrema-direita que apoiam o gestor derrotado. Esse jogo inconsequente, próprio de quem queria um país convulsionado, tirou da hibernação os militantes que flertam com as convulsões sociais que conduzem ao autoritarismo. Lula tem a difícil missão de reconduzir o país ao ambiente democrático ainda nesse pré-jogo, porque como leciona Josemar Bosi, “alguns ainda entendem como democracia, o direito de retirar a liberdade de escolha dos outros”.
No ambiente interno, todavia, ainda há as resistências ao resultado das eleições, com a horda de insatisfeitos se aglomerando em frente aos quarteis e praticando ações antidemocráticas violando o sagrado direito de ir e vir, como se se essas ações fossem eficazes para modificar o resultado das urnas. Esse fenômeno, patrocinado por empresários fanáticos, que até então estavam distantes do debate político, deve ser objeto de preocupação do novo presidente. O desafio da nova gestão nacional é fazer com que os resistentes compreendam que o resultado das eleições não pode ser óbice à governança sadia que interessa à toda coletividade.
O atual mandatário que perdeu as eleições, insiste na postura de abandonar o cargo, numa atitude reprovável, estimulando ainda mais os resistentes à prática da balbúrdia. Alguns militares, avessos os deveres da farda, também se comportam como mobilizadores de atos antidemocráticos. Os ministérios sofreram um efeito paralisante com o resultado das urnas e as ações governamentais experimentam uma grave ofensa ao princípio da continuidade no serviço público. Esse conjunto de atos preocupam e são gargalos que o novo presidente precisa enfrentar com cautela e estratégia.
Na verdade, durante todo governo do atual presidente, houve um estimulo à ideia de uma intervenção militar que entranhou no inconsciente coletivo dos adeptos da ideologia de extrema-direita que apoiam o gestor derrotado. Esse jogo inconsequente, próprio de quem queria um país convulsionado, tirou da hibernação os militantes que flertam com as convulsões sociais que conduzem ao autoritarismo. Lula tem a difícil missão de reconduzir o país ao ambiente democrático ainda nesse pré-jogo, porque como leciona Josemar Bosi, “alguns ainda entendem como democracia, o direito de retirar a liberdade de escolha dos outros”.