Trago os pés empoeirados por grãos dourados do meu pensar. Ofereço-lhe um trago, um brinde de palavras ou ramalhetes de frases do verbo amar.
Ouça o sibilar dos ventos, o balbuciar das chuvas, os gritos e clamores das chamas a estalar.
Reconecte-se com os movimentos dos rios – ora lânguidos, ora esbaforidos, distribuindo vida, ao passar.
Inspire os cheiros da selva e da terra chuviscada por gotas d’água em dias poeirentos de calores inclementes.
Sinta o cheiro das marés transoceânicas e dos córregos borbulhantes com cascatas espumantes, refrescantes.
Sorria, grite, chore, amplie-se. Mergulhe no silêncio e reapareça na folia, com estandarte ou fantasia, ou no ritmo inverso descubra-se na calmaria, em outro dia.
Embasbacado de tanto pular fogueiras, saltar estrepolias, acordar e dormir, renascer e morrer a cada dia, cair e levantar, perder e ganhar ou ganhar e perder… Feche os olhos para ver.
Ver sem os retoques da maquiagem ou os filtros de imagem. Assuma-se na beleza de Ser o eterno andarilho, viajor ou transeunte de atemporal presença.
Nas paradas nas bicas ou nos bancos das praças, ouça o conselho do sábio, “Gratidão é o vinho para a alma. Vá em frente, embriague-se!”
Dance. Dance sem medo da coreografia. Simplesmente dance , viver é bailar e há contradanças para ressignificar.
Ouça o sibilar dos ventos, o balbuciar das chuvas, os gritos e clamores das chamas a estalar.
Reconecte-se com os movimentos dos rios – ora lânguidos, ora esbaforidos, distribuindo vida, ao passar.
Inspire os cheiros da selva e da terra chuviscada por gotas d’água em dias poeirentos de calores inclementes.
Sinta o cheiro das marés transoceânicas e dos córregos borbulhantes com cascatas espumantes, refrescantes.
Sorria, grite, chore, amplie-se. Mergulhe no silêncio e reapareça na folia, com estandarte ou fantasia, ou no ritmo inverso descubra-se na calmaria, em outro dia.
Embasbacado de tanto pular fogueiras, saltar estrepolias, acordar e dormir, renascer e morrer a cada dia, cair e levantar, perder e ganhar ou ganhar e perder… Feche os olhos para ver.
Ver sem os retoques da maquiagem ou os filtros de imagem. Assuma-se na beleza de Ser o eterno andarilho, viajor ou transeunte de atemporal presença.
Nas paradas nas bicas ou nos bancos das praças, ouça o conselho do sábio, “Gratidão é o vinho para a alma. Vá em frente, embriague-se!”
Dance. Dance sem medo da coreografia. Simplesmente dance , viver é bailar e há contradanças para ressignificar.