O detalhamento do episódio produzido pelos bombeiros, faz parte do relatório de análise de perturbação (RAP) produzido pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).
“Durante as conversações e coletas de dados para o preenchimento do relatório de ocorrência, questionamos sobre os sistemas preventivos daquela planta, bem como do plano de ação em caso de sinistro. Obtivemos a resposta que não possuíam”, diz o trecho do relatório dos bombeiros.
Segundo o relatório, havia apenas uma parede que separava o transformador sinistrado dos demais e o deck que o cercava. Existia no entorno do transformador que pegou fogo, outros equipamentos que poderiam ter se incendiado.
Em nota a empresa Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE), responsável pela subestação afirma que opera com todos os sistemas de combate a incêndio.
“A subestação de Macapá opera com todos os sistemas de combate a incêndio, tais como extintores e paredes corta-fogo, que funcionaram na noite do acidente. Prova disso é que somente o transformador TR01 sofreu o incêndio. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o equipamento já havia sido isolado eletricamente de forma preventiva pela equipe da LMTE”, diz a nota da empresa.

