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A Gazeta do Amapá > Blog > Esportes > Paris-2024: Pela primeira vez na história, Brasil terá mais mulheres do que homens em Jogos Olímpicos
Esportes

Paris-2024: Pela primeira vez na história, Brasil terá mais mulheres do que homens em Jogos Olímpicos

Redação
Ultima atualização: 8 de março de 2024 às 09:24
Por Redação 2 anos atrás
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Essa é a expectativa, de acordo com as 101 vagas femininas conquistadas até o momento; há chance de classificação até julho | Foto: Reprodução/ESPN
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Pela primeira vez na história, o Time Brasil deverá ser composto por mais mulheres do que homens nos Jogos Olímpicos de Paris. Nunca o total de brasileiras foi maior que o de brasileiros entre os enviados a uma Olimpíada. Até agora são 163 vagas garantidas, sendo 101 femininas, 47 masculinas e outras 15 sem gênero (no hipismo, as mulheres competem com os homens e a natação não tem definição dos revezamento). O número passou de 100, nesta quinta-feira, com a garantia da vaga para a dupla Duda e Ana Patrícia, do vôlei de praia, e de Georgia Furquim Bastos, para o país no skeet feminino do tiro esportivo.

Paris-2024 será a edição de equidade de gênero, com 50% de participação para cada naipe: serão 5.250 homens e 5.250 mulheres. Até julho têm janelas de classificação.

A vantagem feminina até agora se deve aos esportes coletivos. Isso porque as seleções femininas de rúgbi seven, handebol e futebol estão garantidas. Em contrapartida, a equipe masculina de futebol não irá ao evento e a de rúgbi e handebol ainda precisarão jogar Pré-olímpicos. Handebol deve ter mais chances.

— Se acontecer, será mais um marco importante na história do esporte brasileiro. O esporte feminino de alto rendimento vem tendo um crescimento significativo no Brasil. Se pararmos para pensar que em 1964, a Aída dos Santos foi a única mulher brasileira nos Jogos Olímpicos, a evolução é muito grande, isso foi a apenas 60 anos atrás — comenta Mariana Mello, gerente de planejamento e desempenho esportivo do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Desde 1932, quando Maria Lenk disputou a Olimpíada de Los Angeles, a participação feminina cresceu. De Los Angeles a Montreal-1976, variou entre uma atleta e 11. Em Moscou-1980 foi para 15, depois 22 (Los Angeles-1984), 35 (Seul-1988)… Em Tóquio-2020, chegou a 141 atletas (46,5% do total). Na primeira edição da era moderna, em 1896, as atletas eram proibidas de competir, como ocorria na Grécia Antiga.

— Ser maioria é maravilhoso. As mulheres treinaram tanto, se esforçaram tanto para conseguir seus espaços que para mim é uma honra fazer parte desta porcentagem — comemora Rebeca Andrade, que em Tóquio fez história ao conquistar duas medalhas, o ouro no salto e a prata no individual geral. — É muito legal ver o protagonismo da ginástica feminina e mais ainda, viver isso com esta equipe cheia de mulher.

Carro chefe

Agora, o carro chefe do Brasil são as mulheres. Há mais favoritas ao alto do pódio do que favoritos: além de Rebeca, Rayssa Leal, Ana Marcela Cunha, Mayra Aguiar, Beatriz Souza, Bia Ferreira, Ana Patrícia/Duda, Martine/Kahena, entre outras.

Em Tóquio-2020, elas foram as principais responsáveis para o país alcançar seu melhor resultado. Das 21 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e oito de bronze, as mulheres ganharam nove. Quase o dobro das cinco conquistadas em casa, na Rio-2016. Enquanto os homens ganharam 10,16% das medalhas que disputaram em Tóquio (12 em 118), as mulheres venceram 11,25% (9 de 80).

O mesmo ocorreu nos Jogos Pan-americanos de Santiago-2023. Das 205 medalhas, sendo 66 de ouro, 73 de prata e 66 de bronze, com novo recorde do total de medalhas e de ouros, a maioria veio das mulheres. Foram 95 para elas, 92 para os homens e 18 para as equipes mistas. Do total de ouros, elas foram responsáveis por 33, sendo 29 masculinos e quatro em disputas mistas.

E pensando nos Jogos de Los Angeles-2028 e Brisbane-2032, a Área da Mulher no Esporte, criada há três anos, ganha força e combustível.

— Faz parte da corrida olímpica. Os países que perceberem este potencial de crescimento no feminino e se movimentarem antes, vão chegar antes. E a gente não pode ficar atrás — diz Taciana Pinto, gerente de desenvolvimento esportivo do COB, que comemora a adesão das confederações nacionais nessa caminhada.

É que em 2024, a Área da Mulher recebeu 79 projetos, envolvendo 28 modalidades, um aumento de 119% no número de projetos enviados no ano passado. Em 2023, na estreia do programa, foram recebidos 34 projetos, sendo oito contemplados.

Destes 79 projetos, foram aprovados 15 e a previsão de investimento é de mais de R$ 1,3 milhão. E destes aprovados, 11 envolvem o desenvolvimento de treinadoras. Em Tóquio, segundo o Comitê Olímpico Internacional (COI), o total de assistentes mulheres e treinadoras variou de 10% a 13%. Do Brasil, segundo o COB foi 6,7%.

— Sim, este número nos incomoda também — diz Júlia Silva, gestora esportiva na Área da Mulher, lembrando da importância desta profissão no desenvolvimento das mulheres atletas.

Mas, ela acrescenta que muitas confederações passaram a incluir em seu planejamento anual projetos para o feminino, inclusive sem contar com esta verba extra do COB.

— Este ano a gente viu um movimento diferente. Entenderam que é importante investir no feminino e que o resultado vem. É só ver o que acontece hoje – declara Júlia, referindo-se aos resultados das mulheres atualmente. — Paris será um marco. São várias ações, desde nomear as instalações com nomes de mulheres e de terminar o evento com a maratona feminina. Será uma virada.

Taciana, que diz trabalhar para ver maior representatividade feminina em todos os níveis do esporte e igualdade nas oportunidades e remuneração, já tem algo a comemorar neste Dia Internacional da Mulher:

Com informações O Globo

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