Além das planícies verdes, onde floresce o ouro dos trigais, vou te encontrar.
Há um sonho, talvez uma visão da paz, vibrações de amor a fluir sem parar.
Quero ouvir estrelas sem me espantar, espalhar sorrisos, colher lendas, cantar e cantar.
Ouvindo estrelas, dançar entre sois e me encantar com os raios azuis do teu olhar.
Do Norte ao Sul, do gelo ao frio, do frio ao gelo, um feixe de luz a brilhar e nos conectar.
Serpenteiam estrelas entre nuvens, brancas nuvens, estabelecendo laços de lá e cá para voar.
Os picos nevados, os vales floridos ali escondidos, são lembranças a gotejar vida ou reinventar.
Reelaborar rotas nos céus, na terra e no mar mergulhar sem medos de me afogar ou tropeçar.
Há tantos medos nos ares boicotando as mentes e os corações – são gatilhos, prisões.
Medos que asfixiam, roubam a energia, transformam o respirar em agonia e geram cisões.
Há tantos ódios nas divisões artificiais elaboradas por facínoras transgressores das verdades.
Ódios que paralisam e medos que estrangulam em busca de poder e outras futilidades.
Onde encontrar a alegria? Esta energia sublime da harmonia em sinfonia de liberdade.
Oh, anjo azul, tua serena e radiosa face me seduz e induz a diversos voos de bem amar.
A leveza de teus gestos e a transparência de teus atos me fazem na paz acreditar.
Há turbulências, mas a vida pode continuar e reencetar configurações em novas dimensões.
Configurações de paz! Sonho com a paz! Os raios do arco-íris, no azul dos céus, desenham paz.
As crianças querem brincar em paz. Correr, chutar, saltar… sem bombas a estourar.
Quem tem amor no coração trabalha pela paz. As pessoas sensatas pedem PAZ.
Frieden! Py’aguapy! Salam! Peace! Paix ! Amar Amgalan! Shalom!
Há um sonho, talvez uma visão da paz, vibrações de amor a fluir sem parar.
Quero ouvir estrelas sem me espantar, espalhar sorrisos, colher lendas, cantar e cantar.
Ouvindo estrelas, dançar entre sois e me encantar com os raios azuis do teu olhar.
Do Norte ao Sul, do gelo ao frio, do frio ao gelo, um feixe de luz a brilhar e nos conectar.
Serpenteiam estrelas entre nuvens, brancas nuvens, estabelecendo laços de lá e cá para voar.
Os picos nevados, os vales floridos ali escondidos, são lembranças a gotejar vida ou reinventar.
Reelaborar rotas nos céus, na terra e no mar mergulhar sem medos de me afogar ou tropeçar.
Há tantos medos nos ares boicotando as mentes e os corações – são gatilhos, prisões.
Medos que asfixiam, roubam a energia, transformam o respirar em agonia e geram cisões.
Há tantos ódios nas divisões artificiais elaboradas por facínoras transgressores das verdades.
Ódios que paralisam e medos que estrangulam em busca de poder e outras futilidades.
Onde encontrar a alegria? Esta energia sublime da harmonia em sinfonia de liberdade.
Oh, anjo azul, tua serena e radiosa face me seduz e induz a diversos voos de bem amar.
A leveza de teus gestos e a transparência de teus atos me fazem na paz acreditar.
Há turbulências, mas a vida pode continuar e reencetar configurações em novas dimensões.
Configurações de paz! Sonho com a paz! Os raios do arco-íris, no azul dos céus, desenham paz.
As crianças querem brincar em paz. Correr, chutar, saltar… sem bombas a estourar.
Quem tem amor no coração trabalha pela paz. As pessoas sensatas pedem PAZ.
Frieden! Py’aguapy! Salam! Peace! Paix ! Amar Amgalan! Shalom!