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A Gazeta do Amapá > Blog > Brasil > ‘Perdi minha filha para o ódio’, diz mãe de menina morta em ataque a escolas
Brasil

‘Perdi minha filha para o ódio’, diz mãe de menina morta em ataque a escolas

Redação
Ultima atualização: 22 de dezembro de 2023 às 15:12
Por Redação 3 anos atrás
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A mãe de de Selena Zagrillo, de 12 anos, morta no ataque as escolas em Aracuz, no Espírito Santo, disse que perdeu a filha para o ódio.
 

“A minha filha sempre foi luz e amor, e eu perdi a minha filha para o ódio”, disse aos prantos.

Selena estava no 6º ano e estudava na escola particular que foi invadida por um atirador nesta sexta-feira (25). A mãe, Thais Sagrillo Zucoloto, contou que a menina estudava seus últimos dias na unidade, porque iria se mudar para a Bahia com a família. A mãe, não estava no Espírito Santo no dia do crime.
 

“Não sei como eu vou seguir sem ela. Perder um filho é uma dor que ninguém está preparado. Nenhuma mãe, nenhum pai. Só Deus pra me dizer como eu vou seguir de agora em diante”, desabafou a mãe de Selena.

O corpo da vítima foi velado neste sábado na cidade. A cerimônia foi marcada por comoção de amigos, familiares e moradores que se chocaram com o crime.

Durante a noite, moradores acenderam velas e colocaram flores e cartazes em homenagem às vítimas em frente as escolas Primo Bitti e Centro Educacional Coqueiral, onde Selena estudava. O corpo da menina chegou ainda durante a madrugada na capela mortuária de Coqueiral de Aracruz.

A empresária Tamiris Fanttini Sagrillo, tia de Selena, foi a primeira pessoa da família a chegar à escola após o ataque. Do portão, ela gritava por respostas.
 

“Quero agradecer principalmente a ação da polícia, por ter agido tão rápido e ter prendido o sujeito, e só quero pedir justiça pela minha sobrinha que é tão amada. A dor que ele causou ele tem que pagar”, falou a tia de Selena.

 


 

O bairro Coqueiral é conhecido pela tranquilidade. Moradores que vivem na região há décadas relataram que chegam a ficar em casa com portas abertas, mas que viram a tranquilidade ser interrompida por momentos de terror nesta sexta.

 

“A gente vê na televisão mas a gente nunca acha que vai acontecer no lugar que a gente mora. A comunidade tá toda comovida, eu nem sei nem o que dizer, gente, porque é muito triste”, disse a executiva de negócios Rosiane Demarchi Lyra, moradora de Coqueiral.

 

Boa aluna, Selena havia acabado de receber um certificado pelo bom desempenho na escola. Entre os moradores, a menina era conhecida pela simpatia.
 

“Uma gracinha de menina, meiga, com tudo pela frente, tadinha. Está sendo muito triste para todo mundo. Coqueiral está em luto”, declarou a aposentada Dalva Lyra, moradora de Coqueiral.

Com um abraço coletivo, familiares e amigos de Selena tentavam buscar forças, um nos outros, e um pouco de paz e conforto, depois de um episódio que não será esquecido por eles e que impactou a sociedade.
 

“Já chega de tanto ódio gratuito. Minha filha não fez nada. E quantas outras mães estão na mesma situação que eu? Quantas outras vítimas em escolas a gente vai ter? A gente precisa de amor agora, e de paz”, clamou a mãe de Selena.

Vítimas

Além de Selena Zagrillo, morreram nos ataques as professoras Maria da Penha Pereira de Melo Banhos de 48 anos, conhecida como Peinha, Cybelle Passos Bezerra, de 45 anos, e Flavia Amoss Merçon Leonardo, 38 anos.
 

Além das quatro mortas, outras 13 pessoas ficaram feridas no atentado. Até o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Espírito Santo, na manhã deste sábado, seis pessoas estavam internadas em hospitais estaduais, cinco das vítimas em estado grave, incluindo duas crianças.

O ataque
O ataque a duas escolas deixou quatro mortos e outros 13 feridos em Aracruz, nesta sexta-feira (25). A investigação apontou que o ataque foi planejado por dois anos e que o criminoso usou duas armas do pai, um policial militar. O assassino tem 16 anos e estudou até junho no colégio estadual atacado, segundo o governador do estado, Renato Casagrande (PSB).

Os disparos aconteceram por volta das 9h30 na Escola Estadual Primo Bitti e em uma escola particular que fica na mesma via, em Praia de Coqueiral, a 22 km do centro do município. Aracruz, onde o ataque aconteceu, fica a 85 km ao norte da capital.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o assassino invadiu a escola estadual com uma pistola e fez vários disparos assim que entrou no estabelecimento de ensino. Depois, foi até a sala dos professores e fez novos disparos. Na unidade, duas professoras foram mortas. Uma quarta vítima, a professora de 38 anos, morreu na tarde de sábado (26).

Na sequência, o atirador deixou o local em um carro e seguiu para a escola particular Centro Educacional Praia de Coqueiral, que fica na região. Na unidade, uma aluna foi morta. Após o segundo ataque, o assassino fugiu em um carro. Ele foi apreendido ainda na tarde de sexta.

Neste sábado, a Polícia Civil informou que o criminoso vai responder por ato infracional análogo a três homicídios e a 10 tentativas de homicídio qualificadas.

 

Com informações do G1

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