Em nota a Petrobras confirmou que entrou em acordo com a Total para assumir “a operação e a integralidade” da empresa nos blocos, que ficam a 120 km da costa do Amapá, em águas ultraprofundas.
Ainda segundo a nota, sua participação pode aumentar de 30% para pelo menos 50%, com a possibilidade de subir até 70%, caso a BP, que possui atualmente 30% da operação, não se interesse em incrementar sua parte.
Entretanto, a concretização da negociação fica sujeita a aprovação de órgãos reguladores.
Geólogos afirmam que a área pode conter até 14 bilhões de barris de petróleo, mais que as reservas provadas do Golfo do México.
Mas ambientalistas vêm tentando evitar a exploração de petróleo na Foz do Amazonas desde que um enorme recife de corais foi descoberto nas redondezas.
A organização ambientalista Greenpeace comentou nesta segunda-feira que os recifes do rio Amazonas seriam definitivamente poupados se a BP e a Petrobras também desistissem do empreendimento.

