No Twitter, o perfil do banco confirmou que seus técnicos detectaram uma “oscilação” e que estavam trabalhando para resolver o problema.
Correntistas dos demais bancos também enfrentaram problemas. O perfil do Bradesco no Twitter informou que “houve uma instabilidade momentânea” que teria sido corrigida, mas os correntistas continuam a reclamar que não conseguem usar o serviço.
O Itaú sugeriu que o problema “é com o Nubank”.
Correntistas da Caixa Econômica Federal também não conseguiram fazer transferências via Pix.
Entre outros bancos afetados, estão o Banco do Brasil, Next e até serviços como o Picpay.
Com a palavra, os bancos
Procuramos vários dos bancos afetados para entender a causa e extensão do problema. O Banco Central nos informou que “não há e não houve problemas nos sistemas operados pelo BC (DICT e SPI). A situação detectada foi restrita a poucas instituições”.
O Itaú também nega um problema em seus sistemas, ou na rede do Pix: “O Itaú Unibanco não identificou indisponibilidade em seus sistemas para a realização de transações via Pix até o momento. O banco esclarece que caso um cliente Itaú tente utilizar o serviço enviando valores para uma instituição em que o Pix apresente problemas, a transação não acontecerá”.
Já o Nubank confirma que teve um problema com a RTM, provedor que fornece conexão com o Banco Central:
“O Nubank informa que às 11h50 de hoje identificou oscilações na RTM (Rede de Telecomunicações para o Mercado Financeiro), o provedor de conexão com o Banco Central. Esse fato impediu temporariamente o acesso dos clientes a algumas funcionalidades, como pagamento de boletos e realização de transferências via TED e Pix”.
“O sistema já foi normalizado e a fila de transações está sendo processada. Como cerca de um quinto de todas as transferências via Pix passa pelo Nubank, há uma quantidade maior de transações a serem normalizadas”

