Divulgado o relatório gerencial de previdência complementar (RGPC, os dados divulgados mostram que o Regime de Previdência Complementar (RPC) atingiu, no 1º trimestre de 2023, um patrimônio de R$ 2,50 trilhões, montante que corresponde, a 25% do PIB do Brasil.
Os dados mostram de forma efetiva um crescimento de aproximadamente 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desse total, 47,6% do patrimônio estava registrado para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e 52,4% para as Entidades Abertas de Previdência Complementar EAPC/Seguradoras.
O Relatório é um documento, elaborado pelo Departamento de Políticas e Diretrizes de Previdência Complementar, é uma publicação trimestral que apresenta as principais informações das Entidades Abertas de Previdência Complementar (EAPC) e das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) com a finalidade de monitorar e acompanhar a evolução dessas entidades e seus planos de benefícios.
Ficou demonstrado também o avanço dos Regimes Próprios de Previdência Social (regime dos servidores públicos que são titulares de cargo efetivo), sendo que 1.917 entes subnacionais (89% dos que possuem Regime Próprio de Previdência Social – RPPS) já aprovaram suas leis de instituição do RPC e desse total, 34% já tiveram o convênio de adesão aprovado pela Previc e, portanto, possuem o RPC vigente.
Hoje, 27 entidades administram 45 planos de previdência complementar para servidores públicos da União, Estados/DF e Municípios, alcançando cerca de 956 patrocinadores. A cobertura previdenciária é de cerca de 175 mil servidores.
O relatório revela de forma cabal que o Regime de Previdência Complementar é uma realidade e que está cada vez mais em pauta na vida do servidor público e do trabalhador.
É um verdadeiro despertar da população seja no regime de previdência complementar aberta (seguradoras) e aqui vai uma crítica que esse talvez não seja o melhor caminho, porém, para o servidor público, entendo que dentro do planejamento previdenciário e financeiro seja viável. Lembrando que cada caso é um caso.
Os dados mostram de forma efetiva um crescimento de aproximadamente 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desse total, 47,6% do patrimônio estava registrado para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e 52,4% para as Entidades Abertas de Previdência Complementar EAPC/Seguradoras.
O Relatório é um documento, elaborado pelo Departamento de Políticas e Diretrizes de Previdência Complementar, é uma publicação trimestral que apresenta as principais informações das Entidades Abertas de Previdência Complementar (EAPC) e das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) com a finalidade de monitorar e acompanhar a evolução dessas entidades e seus planos de benefícios.
Ficou demonstrado também o avanço dos Regimes Próprios de Previdência Social (regime dos servidores públicos que são titulares de cargo efetivo), sendo que 1.917 entes subnacionais (89% dos que possuem Regime Próprio de Previdência Social – RPPS) já aprovaram suas leis de instituição do RPC e desse total, 34% já tiveram o convênio de adesão aprovado pela Previc e, portanto, possuem o RPC vigente.
Hoje, 27 entidades administram 45 planos de previdência complementar para servidores públicos da União, Estados/DF e Municípios, alcançando cerca de 956 patrocinadores. A cobertura previdenciária é de cerca de 175 mil servidores.
O relatório revela de forma cabal que o Regime de Previdência Complementar é uma realidade e que está cada vez mais em pauta na vida do servidor público e do trabalhador.
É um verdadeiro despertar da população seja no regime de previdência complementar aberta (seguradoras) e aqui vai uma crítica que esse talvez não seja o melhor caminho, porém, para o servidor público, entendo que dentro do planejamento previdenciário e financeiro seja viável. Lembrando que cada caso é um caso.